07/06/2021

Giro na Rede: O "Demolidor Amarelo", "Star Wars", "Conan", "Falcon Futurista", e Mais...

A coluna: "Giro na Rede", é dedicada à lançamentos, notícias, e curiosidades rápidas e rasteiras (em geral) que se proliferam pela internet e com as quais me deparo em navegações despretensiosas por aí. Assim, separei aqui algumas coisas legais que estão saindo do forno ou que já chegaram em algumas bancas e lojas:

A "Coleção Clássica Marvel 6 - Demolidor" (O "Demolidor Amarelo"), "Demolidor" Nº 1 (da BLOCH), O "Defensor Destemido" Nº 1 (O "Demolidor" da Editora GEA), "Star Wars" (Nova Série), "Star Wars: Alvo Vader", "Boba Fett - Coração de Caçador", "A Espada Selvagem de Conan 41 - O Outono da Bruxa", "Príncipe Valente Vol. 82" (O FINAL da Coleção Deagostini), "Juíz Dredd" (Miniatura Custom - Projeto), e "Falcon Futurista" (de volta ao mercado após 40 ANOS)!

Confira abaixo:

A "Coleção Clássica Marvel 6 - Demolidor" (O "Demolidor Amarelo") + "Demolidor" Nº 1 (da BLOCH) + O "Defensor Destemido" Nº 1 (da Editora GEA): Já chegou nas bancas o Vol. 6 da "CCM", agora com as 5 primeiras HQs do "Demolidor" de Stan Lee, Bill Everett, e Wally Wood (entre outros). São histórias publicadas em 1964, quando o "Demolidor" fez sua estreia na Marvel usando seu clássico uniforme AMARELO. Temos aqui: A "Origem do Demolidor", A 1º aparição de Karen Page e Foggy Nelson, A "Ameaça de Electro" (vilão "emprestado" do Aranha, rs), A 1º aparição do "Coruja" (CAPA do nº 1 da BLOCH - logo acima), A 1º aparição do "Homem-Púrpura" (traduzido pela BLOCH como: "Pé-na-Cova", kkk), e o "Matador" (um vilão "toureiro"). No Brasil, essa fase inicial do "Demolidor" já foi publicada pela EBAL, BLOCH, RGE (no "Almanaque Marvel"), e Panini (na "Biblioteca" e parcialmente na "CHM - Paladinos Marvel" Nº 1)! Para ilustrar esta postagem, separei aqui as CAPAS do "Demolidor" Nº 1 da BLOCH (de 1975, que trazia a origem do "demo" e o 1º confronto com o "Coruja" - A revista da BLOCH durou 15 números) e O "Defensor Destemido" Nº 1, da Editora GEA (de 1972, que durou apenas 3 números e trazia, nesta 1º edição, o nº 74 da revista "Daredevil" americana)!
 
"Star Wars" (Nova Série) + "Star Wars: Alvo Vader" + "Boba Fett - Coração de Caçador": COMBO TRIPLO nas Estrelas... A "Trilha do Destino" (capa-cartão, 144 pág, R$ 31,90) marca a estreia de uma NOVA série de "Star Wars" (de 2020) ambientada logo após os eventos de "O Império Contra-Ataca". Luke, Leia e seus amigos estão espalhados pela galáxia, e precisam correr pra salvar suas vidas e reencontrar seus aliados. Mas a vingativa comandante imperial Ellian Zahra está em seu rastro (bela capa, que lembra um cartaz de FILME da época)! Já o encadernado "Alvo: Vader" (capa-cartão, 136 pág, R$ 27,90) traz a mini-série em 6 partes estrelada pelo vilão mais famoso das galáxias. "Darth Vader" está caçando uma organização criminosa, ao mesmo tempo em que também está sendo caçado por um grupo de mercenários liderado pelo ciborgue Beilert Valance (com cara de "Exterminador do Futuro", rs)! E o "Boba Fett" ganha uma edição bem fininha (capa-cartão, 48 pág, R$ 14,90), trazendo 2 histórias fechadas: Uma estrelada por "Boba" e outra por seu pai: "Jango Fett" (interessante e bem desenhada)!
 
"A Espada Selvagem de Conan 41" + "Príncipe Valente Vol. 82" (O FINAL da Coleção Deagostini) + "Juíz Dredd" (Miniatura Custom) + "Falcon Futurista"... A "ESC" nº 41 traz 3 histórias: Na 1º, "Conan" surge na história de amor: "O Outono da Bruxa". Em "Saqueadores das Estepes", o cimério e seu bando de kozakis sequestram uma princesa a caminho do harém do rei Yezdigerd. E em "O Mestre da Espada", Conan caça o lendário urso de Khitai nas terras orientais! O "Príncipe Valente" atinge uma marca ÉPICA no Brasil: Sua coleção pela Deagostini foi concluída em 82 Vol. (o último deles traz as tiras de 2018). Uma coleção - literalmente - Histórica! O "Juíz Dredd" vai iniciar (Em BREVE) um projeto de miniatura (escala Eaglemoss - 10 cm) igual à FOTO do molde acima (baseado na arte de Simon Bisley). Interessados na peça (que custará R$ 80) podem me mandar o contato (celular/ZAP) por e-mail (leoradd@gmail.com) que eu redireciono pra grupo de zap assim que o projeto iniciar, blz? Por FIM, o "Falcon Futurista" é relançado após 40 ANOS (o de "Cuecão Amarelo" e o "Vermelho" com escudo já estão à venda no site da Estrela - R$ 300). Foram 5 "Falcons" do futuro lançados entre 1981 e 1982 (FOTO abaixo), fora o vilão "TORAK" e o "CONDOR" (que também faziam parte da linha)!

Até+

73 comentários:

  1. E aí Leo!!
    O CCM do Demolidor já está na estante.
    Ele junto com Homem Aranha, Capitão América, Hulk, Thor, Tocha Humana e Namor (da Bloch com os poster), foram as minhas primeiras hqs que tomei posse (catei) do meu irmão que as tinha comprado😅. Como já sabemos, a Bloch deixou o DD vermelho desde o número Um.
    Mas infelizmente, como a maioria da molecada, minha mãe nos anos 80, deu um jeito de limpar as gavetas e as revistas se perderam.😭
    Quanto ao Falcon, se soubesse que o Escudo Atômico viesse, não tinha pedido de presente o cuecão amarelo, aguardaria os próximos chegarem.
    Vamos ver quantos ainda virão, será que a promessa do Robô Boy se cumprirá?🤔 Aguardemos.
    Valeu!

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    1. E aí, Wesley... blz?

      Pois é, esqueci de mencionar no texto (apesar da CAPA da Bloch já deixar claro) q o uniforme amarelo foi repintado de vermelho, rs!

      O "Tocha" da BLOCH eu tbm tive várias edições... a revista trazia as primeiras HQs do "4F" tbm (q saíram no Vol. 2 da CCM). "Thor" e "Namor" eu tbm tive algumas q consegui nos sebos da época. Apesar do colorido feio, a Bloch era uma boa pedida pros marvetinhos dos anos 70, rs!

      Sobre o "Falcon"... Eu vou repassar esse do "cuecão amerelo" pro meu filho (vou guardar na caixa até o natal, hehe). Mas já mandei fazer pra mim uma réplica vintage com o "Jack" (ele fez um uniforme idêntico ao clássico) e já vou providenciar uma cabeça ODA ruiva tbm. Vou customizar todos os futuristas (igualzinho à foto q postei acima)!

      O "Roboy" eu tô na dúvida se vai sair mesmo... Acho q vou encomendar uma réplica do robozinho com o Deoneli (q faz igualzinha, só não mexe os pés com corda, q nem o original - mas isso pra mim não importa tanto, pois vou manter todos na estante pra enfeite, kkk)!

      Agora, o futurista vermelho ficou bacana nesse relançamento... Mas esse eu já tinha customizado antes e vou deixar passar (tbm fiz o escudo e armas com o Deoneli, botas gajigaji, e roupa com o Giovanni)!

      OBS: O Elocir (q é meu amigo e conterrâneo) tbm se revelou um EXCELENTE estilista pro Falcon... E faz roupas mto bem feitas (foi com ele q encomendei uma do "Mergulhador - Tubarão Feroz": Mto melhor q a original da época)!

      Abs!

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  2. E aí, Leo, beleza?

    Essa CCM do demolidor eu pularei, tenho o Epic com as 21 primeiras histórias. Como fã dos personagem, mesmo tendo conhecido através do Miller em SAM, gosto de ter até as origens dele e ver a evolução.
    Na biografia do Kirby que o Tom Scioli fez, é dito que ele ajudou a criar o homem sem medo, mas estava sem tempo e passou os detalhes pro Bill Everett.

    O Príncipe Valente ter durado tudo isso foi na força do ódio, hein? Quem pegava coisa em banca já nem deve se lembrar mais que isso saía (tipo a do Batman).

    E essa miniatura do Dredd me interessa, nem sabia que tava em andamento. Pode me por junto no esquema.

    Abraço.

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    1. E aí, Lierson... blz?

      Só nas "gringas" então, hein? hehe... Pena q a linha EPIC não foi adotada aqui em seu formato original (seria perfeito termos coleções de clássicos aqui em capa-cartão e 500 pág)!

      E tbm penso da mesma forma q vc nesse caso... É claro q prefiro a versão do Frank Miller (q é - e sempre será - a DEFINITIVA na minha opinião), mas tbm gosto e acho importante acompanhar a evolução de cada personagem, mesmo em suas HQs mais toscas. Eu sempre leio esses materiais imaginando o contexto da época e as transformações q sofreriam no futuro!

      E pô, o Kirbyzão tava envolvido até com o demo (o cara não é chamado de "REI" à toa, hehe)... Aliás, a CAPA do nº 1 era dele)!

      O "Valente" fechou mesmo... quem diria, né? Uma coleção q nunca avançou mto no Brasil (mal chegando ao Vol. 20) de repente tem 82 edições publicadas em tempo recorde (SEMANAIS) e cobriram uma lacuna de quase 60 anos até então INÉDITA no Brasil!

      E fique tranquilo, q já estamos inseridos no "PROJETO DREDD"... essa miniatura vai impor respeito na estante, rs!

      Abs!

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  3. Olá, Léo!

    Dando continuidade à Coleção Clássica Marvel, confesso que algumas histórias iniciais do Demolidor são bem fraquinhas. O herói cego mereceria mais capricho por parte de Stan Lee naqueles efervescentes anos 60. Reafirmo, porém, que essa coleção vale, e muito, pelo seu valor histórico, pelos extras contidos nos volumes e pela forma sequencial como é tratada; maneira essa que nunca foi bem resolvida no Brasil. Pretendo adquirir, se possível financeiramente, todos os sessenta volumes e, se acontecer a continuidade, até os 250 volumes como na coleção italiana.

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    1. E aí, Tadeu... blz?

      Concordo, esse início do "demo" vale mais pela curiosidade em vermos como o personagem se desenvolveu na Era "Pré-Miller", hehe... Particularmente, eu até gosto da fase desenhada pelo Gene Colan (q andou saindo na "CHM - Paladinos" faz pouco tempo), mas é claro q ainda não se compara e nem chega perto do trabalho q o Miller faria tempos depois)!

      E vc atentou à um detalhe importantíssimo mesmo: A "forma sequencial" em q as primeiras histórias da Marvel eram lidas... é outra coisa a gente poder acompanhar esses materiais NA ORDEM correta e sem cortes, né? Sem dúvida, é uma experiência bem diferente do q ler tudo salteado e bagunçado q nem as editoras nacionais faziam na época!

      Tbm tô fazendo essa coleção na íntegra... e q vá BEM além dos 60 Vol. iniciais!

      Abs!

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    2. "Pretendo adquirir, se possível financeiramente, todos os sessenta volumes e, se acontecer a continuidade, até os 250 volumes como na coleção italiana."

      Eu também torço por isso. Quero a coleção completa do Thor do Kirbt/Adams/Buscema. Se meu bolso deixar pretendo pegar alguns volumes esporádicos do Hulk, Aranha e X-Men pra ajudar nas vendas hehehe.

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    3. Oi, L... O "Thor", lá fora, já tá no AUGE da fase Buscema, hehe:

      https://www.comicsbox.it/cover/SUPEROICLA_194.jpg

      Essa é a capa do Vol. 25 do "Thor" (já perto da edição 200 da coleção)!

      Abs!

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    4. "Oi, L... O "Thor", lá fora, já tá no AUGE da fase Buscema, hehe:

      https://www.comicsbox.it/cover/SUPEROICLA_194.jpg

      Essa é a capa do Vol. 25 do "Thor" (já perto da edição 200 da coleção)!"

      Cara, eu não curti essa ideia de usar a arte interna dos gibis pra fazer essas capas da Coleção Clássica Marvel, mas essa que você postou ficou muito boa!

      Eu curto demais algumas fases do Thor, meu vício começou quando comprei o vol 5 dos maiores clássicos do Poderoso Thor do Walt Simonson. A Hq em que ele enfrenta a Serpente de Midgard é o ápice da fase do Simonson e uma das hqs mais épicas que já li na vida.

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    5. Olha, no começo eu fui o 1º a torcer o nariz pra essa ideia de usarem quadros internos como CAPAS nessa coleção... Mas hj eu acabei mudando d eideia e tive q dar o braço a torcer: A ideia ficou boa e é um diferencial no mínimo curioso pra coleção (q mtas vezes parece ser um gibi sem capa, caindo direto no 1º quadro, rs)!

      E realmente... Essa batalha contra a serpente foi FÓDA demais da conta. Eu nunca tinha lido esse material até sair nos "Maiores Clássicos 5" tbm!

      Abs!

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  4. Realmente essa coleção do Príncipe foi um marco no Brasil. Agora, fico torcendo para que alguém lance, oficialmente ou não, o anuários de 2019, 2020 em diante...

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    1. Tava pensando a mesma coisa. E seria agora uma coleção facil e sem pressa.

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    2. marcos e gustavo...

      Bem lembrado, amigos... A coleção deagostini pode ter acabado, MAS as tiras do "Valente" ainda não e é preciso ver quem dará continuidade à elas daqui pra frente!

      Sei q lá fora (na Espanha)... uma outra editora teria continuado a coleção do ponto em q parou (espero o mesmo por aqui - vamos ver)!

      Abs!

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  5. O Demolidor, na minha humilde opinião, sempre foi uma versão adulta do Aranha, até os vilões eles dividiram desde o início, como foi o Electro dessa edição, é mais tarde o Rei do Crime.

    Mas esse uniforme amarelo era bem tosco mesmo; lembro de um gibi, acho que na fase Bendis, que ele próprio faz uma piada dizendo que não sabe diferenciar as cores e jurava que sempre foi todo vermelho.

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    1. "O Demolidor, na minha humilde opinião, sempre foi uma versão adulta do Aranha, até os vilões eles dividiram desde o início, como foi o Electro dessa edição, é mais tarde o Rei do Crime."

      Interessante essa comparação. Faz mesmo bastante sentido supor que o Demolidor representaria uma espécie de "alter" do Aranha - uma outra versão, como vc assinalou, e que eu acho difícil conceituar simplesmente porque não há parâmetros estabelecidos para definir de que tipo seria.
      E isso tudo, de fato, talvez tenha mesmo ocorrido a nível subconsciente na equipe criativa da Marvel, mas ninguém se apercebeu. Criaram, sem se aperceber, um personagem que nada mais era do que o Homem-Aranha revestido com outras características - que não poderiam integrar as peculiaridades do Aranha original.
      E essa sua perspicaz observação, por si só, já teria dado margem para a construção de um excelente enredo, envolvendo aspectos mais sofisticados para o desenvolvimento de ambos os personagens, algo mais do que simplesmente a mera luta contra vilões extravagantes.
      Algo, entretanto, que ficou muito longe do alcance (em termos de criatividade superior) daqueles simples "operários do nanquim" da época.
      Tal crítica, porém, não tira o brilho e o mérito inventivo daqueles pioneiros dos quadrinhos - muito menos se os compararmos com o nível de mediocridade e incompetência que vigora atualmente.

      Tony

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    2. E aí, Guilherme... blz?

      Bem observado mesmo... De fato, o "demo" e o "aranha" até apareciam juntos em várias histórias (tanto na revista de um, qto na do outro) e faziam esse rodízio de vilões (geralmente o "demo" é q pegava emprestado alguns, já q a galeria de inimigos do teioso era MUITO maior, rs)!

      Só pra recordar alguns vilões do aranha q o demo enfrentou tbm: "Dr. Octopus" (já na fase Miller), "Justiceiro" (q virou "desafeto tradicional" do demo), "Electro", "Abutre", "Mystério" (q até matou a Karen Page), "Besouro", "Rei do Crime", "Escorpião", e tantos outros!

      Abs!

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    3. Uma correção: Quem matou a Karen Page foi o Mercenário, Léo.

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    4. "muito longe do alcance (em termos de criatividade superior) daqueles simples "operários do nanquim" da época"


      Oi, Tony... blz?

      Gostei desse termo: "Operários do nanquim"... Pois descreve bem aqueles caras q eventualmente faziam os gibis meio q "sem amor", "sem tesão": apenas pra cumprir a meta mensal de publicar um gibi de determinado personagem. O "demolidor" às vezes parecia ter algumas histórias dentro dessas características de "falta de vontade" em se produzir uma HQ legal com ele!

      Claro, tbm concordo contigo ao compararmos um gibi "ruim" daquela época... com qq gibi atual da Marvel ou DC (onde 99% do material fica anos-luz abaixo do q era considerado o "PIOR" dos anos 60 e 70)!

      Abs!

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    5. "Uma correção: Quem matou a Karen Page foi o Mercenário, Léo."


      Mas o mandante foi o "Mystério", não? Pra mim, o mandante conta até mais do q quem executa, hehe...

      Abs!

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    6. "O "demolidor" às vezes parecia ter algumas histórias dentro dessas características de "falta de vontade" em se produzir uma HQ legal com ele!"

      Olá, Leo !

      Vc, como todo empresário (não é o meu caso; na próxima encarnação, talvez) sabe perfeitamente que em toda categoria existem os maus e os bons funcionários. E essa regra também se aplica à indústria dos quadrinhos (nossa querida Panini que o diga).
      E vc está perfeitamente correto ao assinalar que, na classe do "operariado do nanquim", existiram muitos porcalhões - que simplemente produziam material descartável para o consumo de massa, sem muita preocupação com a qualidade daquilo que produziam.

      Esse assunto, porém, não pode ser tratado sem uma análise mais atenta aos detalhes que envolvem a indústria de HQ's. Afinal, como toda indústria, existia naquela época - assim como hoje - a pressão pela produtividade, algo que impedia que muitos trabalhadores dos quadrinhos (principalmente os desenhistas) se esmerassem mais em suas obras. O cumprimento de prazos era um fantasma sempre rondando as equipes de produção. Em resumo, haviam múltiplos fatores que obrigavam a um certo relaxamento da qualidade, a qual era muitas vezes sacrificada em favor da sempre mercenária quantidade. E poucos eram aqueles que podiam se dar ao luxo de se debruçarem sobre seus trabalhos com um empenho maior - a exemplo do Hall Foster, apadrinhado de William Hearst, o magnata das comunicações (e fundador da poderosa King Features), que o contratou pra trabalhar exclusivamente para os seus jornais.
      Foster e Barks, são exemplos notórios de "Operários do nanquim": artistas que vieram da poeira, tendo que se especializar em seus ofícios durante o horário noturno (único tempo disponível para isso) enquanto ralavam em outros trabalhos durante o dia.
      Muitos artistas de HQ's iniciaram suas carreiras sendo obrigados a se submeterem aos ditames dos sindycates (como Milton Caniff e Alex Raymond), enquanto recebiam parcos recursos por cada página/tira produzida.

      Barks foi um dos que representaram a máxima do "homem-capim" - já que capim é o que realmente não desiste nunca. Pode ser pisado, passado à foice, queimado...mas, sempre renasce; muitas vezes, mais forte ainda!
      Barks, que trabalhou nos quadrinhos por vários anos em completo anonimato, expressou através dos seus personagens muito dos fracassos, frustrações e da habitual falta de sucesso pelos quais passou na vida.
      Um autêntico "Operário do Nanquim" no melhor sentido da expressão!

      Abraço!

      Tony

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    7. "Mas o mandante foi o "Mystério", não? Pra mim, o mandante conta até mais do q quem executa, hehe..."

      Rapaz, acho que a intenção do Mysterio nao era ver a Karen Page morrer, foi mais uma casualidade, e o Mercenário já tem histórico de ferrar com as namoradas do Demolidor...

      Mas sua opinião é válida também

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    8. "em toda categoria existem os maus e os bons funcionários. E essa regra também se aplica à indústria dos quadrinhos (nossa querida Panini que o diga)"


      E aí, Tony... blz?

      Sim, infelizmente, vc tá coberto de razão... Digo "infelizmente", pq é triste e deplorável mesmo constatar q existam tantos funcionários incompetentes e vagabundos espalhados por aí e q - PIOR - ainda podem estar ocupando uma vaga de emprego q alguém mais capacitado poderia ocupar!

      Eu penei mto pra encontrar bons funcionários pros negócios q administro e ainda perdi algumas ações trabalhistas no percurso (tendo q pagar até hj acordos judiciais pra lixos humanos q chegaram a me implorar pelo emprego e depois me botaram na justiça). Atualmente tenho sido ainda mais criterioso na escolha de funcionários: Não contrato aqueles q não respeitam o conceito de "empresa", veem o patrão como um inimigo "opressor", e só pensam nos próprios direitos: nunca nos deveres q suas funções exigem. E olha q eu sou o tipo do patrão "legal" (q paga o churrasco e as bebidas no fim de semana qdo as metas são atingidas e ofereço porcentagens do faturamento da empresa pro funcionário q se puxar mais e ajudar a atrair clientes - e ainda assim eu sou o "vilão" pra esses vagabundos q parecem sonhar em continuarem na merda). Enfim, desculpe o desabafo: Acabou escapando pq meu sangue ferve qdo começo a pensar em funcionários incompetentes e sem caráter, rs (típicos produtos de uma geração-lixo acostumada a não trabalhar e não pensar no próprio futuro)!

      Bem, voltando ao FOCO... Esse tipo de funcionário q eu descrevi acima, TBM é o mesmo canalha q é PAGO pra fazer uma REVISÃO de texto num gibi e acaba fazendo nas coxas. É o EDITOR da Panini q passa o dia nas redes sociais fazendo militância política - MAS não sabe nem quem são os personagens q edita (não estuda e não pesquisa) e deixa passar falhas grotescas nos gibis q edita. É o escritor ou artista americano (da Marvel ou DC) q prefere LACRAR e usar de subterfúgios manjados nas tramas pq é mais fácil do q produzir uma BOA história!

      Desculpe pelo 2º desabafo (tô cheio de revolta hj, hehe)... Preciso tomar meu remedinho da madrugada (agora são 4 da matina) antes de continuar respondendo mais comentários, kkk!

      Abs!

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    9. Lei Maria da Penha no "Mercenário"... Feminicida safado, rs!

      Abs!

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    10. "Desculpe pelo 2º desabafo (tô cheio de revolta hj, hehe)... Preciso tomar meu remedinho da madrugada (agora são 4 da matina) antes de continuar respondendo mais comentários, kkk!"

      Acontece nas melhores famílias rsrsrs.

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    11. "Lei Maria da Penha no "Mercenário"... Feminicida safado, rs!"

      Brincafeiras á parte, é um clichê namoradas do Demolidor sofrerem alguma tragédia: Karen Page (morreu), Heather Glenn (se suicidou), Elektra (já foi morta pelo Mercenario), Milla Donovan (ficou catatônica)...

      Eu só lembro do Charles Bronson em que quase todo filme do Desejo de Matar matavam a namorada atual dele kkkkk

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    12. O "Demolidor" é um pé-frio mesmo em relação à saúde e bem-estar de suas mulheres, rs...

      O Charles Bronson em "Desejo de Matar" é outro azarão nesse sentido: No 1º filme (mulher morta), 2º filme (filha violentada e morta), 3º (melhor amigo morto por punks), 4º (namorada e enteada mortas), 5º (nova namorada desfigurada e morta)!

      Ô desgraceira, hein?

      Abs!

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  6. Essa do Demolidor tenho em Paladinos, então vou pular, dessa coleção por enquanto só peguei a do Aranha, a ESC por enquanto parei na 23, mas vou tentar ir até a edição 31, bem que eu queria fazer a coleção completa, mas o orçamento não permite, saindo um pouco do assunto dessa matéria, peguei o omninbus Conan da Mythos, já comecei a ler o formato é muito bom, sem muito luxo e prático, esse você pode ler em qualquer lugar, as histórias são boas, Busiek é um ótimo roteirista, ele escreveu em ordem cronológica, a arte lembra muito a do Andy Kubert em Wolverine, Origem e Marvel 1602, comparar é inevitável, mas ainda prefiro a versão Marvel, principalmente no início da ESC, que é uma dos maiores clássicos das HQs mundiais, embora seja muito boa a versão da Dark Horse, mas como você mesmo disse é pensar como uma versão ultimate. Abraços.

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    1. E aí, Francisco... blz?

      Essa edição da "CHM - Paladinos" trazia as histórias publicadas em: As histórias foram publicadas originalmente em: "Daredevil" nº 1, 3, 4, 7, 8, 18, e 29!

      Ou seja, dessa NOVA edição da CCM... Tem 3 repetécos (nº 1, 3, e 4). De fato, quem já tiver a "CHM" q saiu há poucos anos atrás, pode repensar seriamente se vale a pena ter essa nova por causa de 2 histórias de diferença!

      A "ESC", infelizmente, eu tbm tive q abandonar por questões de cortes no orçamento mesmo 9tive q escolher ente ela e o "Valente", e optei por seguir a assinatura do valente mesmo)... Mas fui até o Vol. 20 do "Conan" (fechando o AUGE da coleção, q era o q mais me interessava)!

      E valeu pela avaliação do "Conan - OMNIBUS" da Mythos... Sabe, chegou semana passada na loja daqui e se não tivesse com meu cartão de crédito estourado, teria parcelado essa edição, mas ainda segue na lista de possíveis futuras aquisições, hehe!

      Seja como for, em breve estarei fazendo aqui uma matéria especial sobre o 2º OMNIBUS do "Conan" da Panini... Mas ainda quero ver se encaro esse "ultimate" tbm kkk!

      Abs!

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  7. Oi Leo!

    Semana passada eu comentei sobre minha memória afetiva e o Hulk, e agora comenterei sobre o Demolidor!

    Eu conheci o Demolidor em 1982, numa viagem que fiz ao interior para visitar meu tio que havia sido transferido para uma filial do Banco que trabalhava!

    Chegando lá, ele me deu para ler Superaventuras Marvel # 02 e #03, que trazia o herói cego enfrentando o Hulk e na outra edição mostrava sua origem!

    Eu com oito anos literalmente "pirei' com as duas histórias no início da Era Miller (ainda que só na arte e alguns pitacos no roteiro). O Herói era sombrio, forte, ágil, tinha um poder legal (ainda mais na forma do efeito de radar que o Miller desenhava), seu uniforme era na silhueta de um demônio, era rico, "namorava mulheres lindas", frequentava a alta sociedade, tinha uma bengala que se transformava em arma, era advogado, e era uma cara mais "seguro de si" ao contrário do Aranha!

    E claro, a famosa frase: "Chegou a hora de pagar ao Diabo o que lhe deve!", ficou na minha cabeça, e sim, eu na época preferia o uniforme amarelo ao vermelho (coisa de criança)!

    Então aquele personagem misterioso entrou para a galeria de heróis que eu gostava que eram Homem Aranha, Hulk, e Capitão América!

    Lá pelos idos de 1985, a Abril começou a publicar "Grandes Momentos Marvel", e na página de abertura havia uma moldura com vários heróis da Marvel com o visual dos Anos 60, e eu sempre ficava esperando uma história do Demolidor desta época, mas nunca veio!

    Em 1986, saiu as duas primeiras histórias feitas pelo Frank Miller no herói que "salvaram" a HQ do herói do cancelamento (SAM #46), edição que vim a adquirir numa troca de outra HQ que tinha na coleção, e em em 1987 pelo mesmo modo adquiri Almanaque Marvel #01 da RGE de abril de 1979, que trazia de fato a primeira história do herói com seu uniforme amarelo!

    Na época não entendia realmente o porquê da Abril não republicar histórias antigas do herói em GMM, principalmente as com o uniforme amarelo.Eu NÃO acreditava, melhor dizendo NÃO queria acreditar que as histórias do herói antes de Frank Miller eram 'fracas" ao ponto da revista dele quase ter sido cancelada!

    Quando voltei a colecionar em 1989, procurei em sebos edições onde apareciam as primeiras histórias dele feitas pela Marvel, mas não encontrei nenhum, mas em 1989 ele ganhou uma edição especial inteira dedicada somente a ele(SAM # 100), aí eu vi que as histórias dele eram "fracas se comparadas a outros herói da época", mas persisti na busca, que só foi saciada quando saiu sua Biblioteca Histórica Marvel em 2009!

    Bom, eu que eu posso dizer,é que o Demolidor era uma espécie de "primo pobre do Homem Aranha", e sua histórias realmente era muito fracas, e pode ser considerado na época o personagem com histórias mais fracas se comparado a outros heróis da Casa das Idéias!

    As CHM preencheram em parte minha curiosidade em relação ao herói na década de 60, e suas histórias realmente são "intragáveis", onde percebe-se que o personagem "não tinha foco", não tinha desenvolvimento nem nada, era uma espécie de seriado de romance envolvendo ele, o sócio Foggy, e a secretária Karen, cuja história nunca se desenrolava!

    O pior é que este romance io-iô com a Karen vai ficar por mais de 150 edições, e depois ela larga dele e já engata outro (sempre foi perva), aí ele começa a parceria com a Viúva!

    O Demolidor é meu herói preferido da Marvel, mesmo com seus altos e baixos na cronologia pós-Frank Miller, mas eu tenho de admitir que as histórias dele antes de Miller eram muito, mas muito medíocres (minha opinião)!

    Se eu estivesse fazendo esta CCM eu ia pular as duas primeiras edições, justamente por ter na coleção a BHM do herói com as 12 primeiras histórias dele, que me custou na epoca uma pequena fortuna (creio que o valor de capa da edição dos X-Men clássica que irá sair em setembro)!

    Realmente não sei se irei comprar as edições dele a partir da edição de nº03, justamente pelos motivos que elenquei acima!

    Abraços!

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    1. "Realmente não sei se irei comprar as edições dele a partir da edição de nº03, justamente pelos motivos que elenquei acima!"

      Não sabia que a coisa toda envolvendo as histórias do Demolidor era tão tenebrosa assim em termos de criatividade.
      A equiparação dessas histórias a um "seriado de romance" me pareceu o ponto alto do seu relato em toda a trajetória "balde de água fria" atirada contra o eventual entusiasmo dos neófitos em relação ao material concernente ao Demolidor nessa Coleção.
      Cabe então aqui um restolho de uma observação que fiz no comentário anterior de um amigo aqui do blog, onde eu havia apontado o aspecto pouco relevante no conteúdo daquilo que se mostrava, entretanto, algo bastante pujante em termos de inovação na época - inovação realizada basicamente através da imagem icônica dos "Super-Heróis". E tal inovação foi tão impactante que perdura até hoje.

      Adquiri o 1° vol. do Demolidor, da CCM. Porém, diante do seu relato (o relato de um fã declarado do Demolidor!) , não irei além do 3° vol., como ali ficou prudentemente sugerido.

      Pra reforçar tal decisão, eu cito só o exemplo de um obscuro país fictício onde sempre acontece, em fevereiro, um desfile em que se procura desesperadamente fomentar o deslumbramento das pessoas através de elementos sem nenhum conteúdo.
      E contra esse tipo de coisa totalmente estéril, eu já fui vacinado.

      Tony

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    2. Oi, Elcio... Tdo bem?

      Eu já conhecia o "demo" pela fase do uniforme amarelo q saía no "Almanaque Marvel" da RGE, e TBM por uma história q eu adorava do "Superalmanaque do Aranha" nº 1 da RGE em q o demo e aranha enfrentavam os "Homens-Animais" (tirada da revista "Marvel Team-Up")!

      Mas era um personagem "normalzinho" q não me chamava mta atenção... Só virei FÃ dele MESMO, com a fase Miller qdo li a "SAM" nº 1!

      Essas edições q vc falou (SAM 2 e 3) tbm eram EXCELENTES... E lembro de ter achado genial a origem dele ser relembrada enquanto ele descansava numa cama de hospital após ter sido espancado pelo HULK, rs!

      O radar q o Miller desenhava até hj é o melhor de todos e passava realmente a impressão de um cara CEGO usando um poder pra "enxergar" as coisas (ideia q parece ter se perdido um pouco em fases mais modernas - onde o demo até parece nem ser mais uma pessoa cega)!

      Os meus heróis favoritos, no entanto (naquele início de anos 80) ainda eram (TOP 5): "Aranha", "Surfista", "Cap. América", "4F", e "NOVA"... Mas o "demo" já entrava na lista dos 10 favoritos logo de cara (junto com "Conan", "Dr. Estranho", "Warlock", e "Superman" - o único da DC q entrava entre os 10 mais, rs!

      "Em 1986, saiu as duas primeiras histórias feitas pelo Frank Miller no herói que "salvaram" a HQ do herói do cancelamento (SAM #46)"

      Essa edição eu só fui ler mtos anos depois... já q de início, comprei a "SAM" do nº 1 até o 30 e encerrei minha coleção em 1985 por problemas financeiros. Somente em 1995 é q consegui recuperar tudo q perdi e mais um pouco, e comprei num sebo daqui em perfeito estado (de "banca" mesmo) a SAM do nº 1 ao 50 completinha (q cobria essa edição nº 46)!

      Meu 1º acesso ao material mais clássico do "demo" (de forma mais abrangente) foi TBM através da "SAM" nº 100 (q eu tbm peguei no mesmo sebo bem novinha)... As histórias eram mais "bobinhas" mesmo se comparadas à Era Miller, mas ainda assim a edição me divertiu bastante, especialmente pela HQ do "Mike Murdock" (irmão gêmeo do "demo" - q era o próprio Matt se fazendo parecer um cara não-cego) e o "SAPO" (vilão tosco - q pula com molas nos pés, mas eu adorei esse tipo de tosquice, kkk - sempre fui fã dos RESTOLHOS)!

      O resto da fase clássica, eu TBM só fui conhecer mesmo com a "Biblioteca", q trazia as 11 primeiras histórias... É aquela coisa: "Vale a pena"? Eu diria q SIM, porém, mais por curiosidade mesmo (ver como era o "demo" antes da mexida feita pelo Miller) e pra dar umas risadas com os vilões ridículos e fracassados (Polichinelo, Sapo, Gladiador, Homens-Animais, etc)!

      A lenga-lenga com a Karen era um porre mesmo... mas na série de TV (Netflix) ficou legal graças à ótima atriz (e eu até torcia por ela - ao invés da "Elektra", retratada como uma bipolar maluca e psicótica q se matou tentando levar o Matt junto)!

      Abs!

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    3. "A lenga-lenga com a Karen era um porre mesmo... mas na série de TV (Netflix) ficou legal graças à ótima atriz (e eu até torcia por ela - ao invés da "Elektra", retratada como uma bipolar maluca e psicótica q se matou tentando levar o Matt junto)!"

      Acho que essa série deve ter sido a única da parveria Marvel/Netflix que realmente merecia a fama que tinha. Alias e Luke Cage, não curtia nem as hqs, imagine a série. E o seriado do Justoceiro... quando vi a merda que fizeram com o Retalho. Sabia que a série era uma merda, só assisti o 1o ep, achei legalzinho até, mas pra mim já foi o suficiente.

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    4. Oi Tony!

      Não acho que você deveria se pautar pela minha opinião pessoal, pois não sou o dono da verdade!

      Eu só expus meu ponto de vista em relação às histórias clássicas do herói dos anos 60 e 70, na era pré-Frank Miller, mas minha opinião pode não ser a sua, você tem de analisar se realmente gosta de histórias da Marvel desta fase, e ter sua opinião formada em relação às histórias do Demolidor desta época.

      Eu sou fã do Demolidor, conheci o personagem quando criança na fase do Frank Miller, e logo de cara ele se tornou um dos meus super heróis favoritos!

      Desde os meus oito anos, quando comecei a ler histórias dele, eu acompanhei os altos e os baixos do personagem após a reformulação que o redefiniu para uma geração feita pelo Frank Miller, e nem sempre eu gostei de determinadas fases do personagem!

      Por exemplo, a fase da Ann Nocenti eu particularmente não gosto mas reconheço a importância dela para a cronologia do herói, ainda mais que os acontecimentos desta fase ainda possuem reflexos na cronologia do herói até hoje, como o surgimento de Mary Tyfoid.

      Essa atual fase dele (que está saindo em encadernados) eu parei de acompanhar por não estar gostando da abordagem do "gênio" (para alguns) Chip Zdarsky!

      Eu não sei sua idade e seu tempo de colecionismo, mas eu já estou perto dos 50 anos, e acompanho HQs há mais de 40 anos, então diante do quadro atual das histórias da Marvel e DC, e do preço das publicações, eu resolvi priorizar muito o que comprar, dando preferência para a minha memória afetiva, e materiais mais ligados aos Anos 70, 80, e início dos 90!

      Então por mais que eu goste de determinado personagem, eu prefiro ter na coleção somente aquilo o que me agrada, tendo "minha própria cronologia"!

      O Demolidor é um personagem que se você passar a acompanhá-lo a partir da fase do Frank Miller sem conhecer o ANTES dela você não estará perdendo quase nada, até porque a fase Miller é quase um reboot total do personagem, e ao longo dos anos pequenos reboots foram sendo feitos em relação a seus inimigos clássicos, deixando a fase clássica quase que uma experimentação de viagem à determinada época com histórias mais inocentes!

      O Demolidor desta época (Anos 60, 70), era um personagem mais aventureiro, com histórias bobas, sem foco, com uma subtrama de triângulo amoroso, bem no estilo "Malhação", e a profissão de advogado ficava em terceiro plano.

      Eu gosto mais da Marvel a partir de 1968 em diante (com exceção do Aranha que eu considero tudo dele excelente de 1962 até 1988), quando Roy Thomas foi trabalhar na editora e deu uma "virada radical" nas publicações, amadurecendo as histórias, nem todos os personagens foram agraciados com esta mudança e o Demolidor só foi engrenar mesmo a partir de 1979, quando ele 'encontrou seu caminho".

      Então, se eu fosse lhe dar um conselho, eu diria: "Siga seu coração, e veja se você irá gostar ou não do Demolidor dos anos 60 a partir da edição 04 em diante da CCM, pois o que não me agrada pode te agradar, e vice-versa"!

      Abraços!

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    5. "A equiparação dessas histórias a um "seriado de romance" me pareceu o ponto alto do seu relato em toda a trajetória "balde de água fria"


      E aí, Tony... blz?

      Só um adendo da minha parte em relação aos romances "pueris" do demolidor e da Marvel em geral... Verdade seja dita: TODOS os romances nos gibis da Marvel eram bem "bobinhos" nesse início da Era de Prata:

      -Peter & Gwen (a eterna "namoradinha" dos sonhos de todo nerd)!
      -Reed & Sue Richards (o "Sr. Fantástico" demorou tanto tempo pra se declarar à "Mulher Invisível", q nesse meio tempo a moça chegou até a engatar um affair com o "NAMOR")!
      -Cap. América & Sharon Carter (namorico tão "meloso" q a garota vivia suspirando pelo capitão a cada história)!
      -Hulk & Betty (outra lenga-lenga q enredou tanto, q a Betty chegou a ficar noiva do Major Talbot antes do Banner assumir a bronca: O Hulk até se envolveu tbm com a Jarella antes de assumir a Betty)!
      -Thor & Jane Foster (talvez o romance mais chato de todos: Só lamúrias e até o Hércules se meteu na história pra disputar a moça - ele e o Thor chegaram a destruir NY brigando por ela)!

      Enfim... Eu podia continuar essa listagem pela madrugada toda, hahaha. Mas acho q consegui elencar mais ou menos a situação dos "namoricos" nos gibis da Marvel. Acho q mto dessa xaropada "mela-cueca" acontecia por influência (AINDA) dos gibis de romance da Marvel dos anos 50, q TBM eram produzidos por Stan Lee, John Romita, e até pelo KIRBY! tipo este (q saiu em TPB lá fora):

      https://i.annihil.us/u/prod/marvel/i/mg/6/60/608c38022af8f/clean.jpg

      Assim, com o demolidor e a karen page não seria mto diferente tbm... o Stan Lee (e outros escritores desse período) já vinham desse "vício" de namoricos pueris desde os anos 50, onde produziram verdadeiras TONELADAS de historinhas do tipo, kkk!

      Abs!

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    6. Caros Elcio e Leo,

      Conheço muito pouco material dos Super-Heróis da Marvel e da DC. Só li aventuras esporádicas de todos eles, em publicações dispersas de diferentes editoras, o que me permitiu ter uma noção superficial, mas bem razoável, do que cada um deles representa como personagem.
      E no caso da Marvel, minha referência maior para isso foram quase sempre os desenhos jurássicos que fazem parte do acervo da minha família (da década de 60, eu acho).

      Eu vou completar 27 anos em julho e só há cerca de uns cinco anos é que estou podendo ter "bala na agulha" pra formar a minha própria coleção particular, pois sempre dependi do material dos meus parentes pra poder ler gibis. E eles têm coisas como "Mortadelo & Salaminho", "Spy vs Spy", "Mandrake", "Flash Gordon", "Tarzan"...mas o material da Marvel/DC que eles possuem se resumem a publicações da Ebal e da Bloch, que quase nunca eu pude botar as mãos. Um tio meu, por exemplo, tem TUDO do Aranha da Ebal, mas o desmilinguído (nem sei que palavrão é esse) só deixava eu ver as capas dos exemplares. Levei séculos pra conseguir ver todas as capas!
      Conclusão: eu lia o que podia, aqui e ali, daquilo que esses fariseus me permitiam.

      O Demolidor, pra mim, é de uma obscuridade quase total. Consegui ler uns gibizinhos dele da Bloch, quando eu ainda era moleque, e só saquei que o Demolidor era um cara cego, advogado, apaixonado pela secretária, e que fazia piruetas no céu entre os prédios, à moda do Aranha. Sequer lembro contra quais inimigos ele lutava.
      Comprei quatro dos encadernados do Demo lançados recentenente, e ainda nem os li porque queria ter uma base melhor a respeito do personagem antes de me aventurar naquelas histórias.
      A oportunidade pra isso, portanto, parece que chegou.
      Entretanto, lendo o seu relato, Elcio, fiquei meio desanimado em saber que as histórias do Demolidor antes do Miller se arrastavam através de roteiros fracos e piegas. Mas, vou seguir o seu conselho e estender a minha aquisição desse material até o vol. 5 pra ver se vou gostar ou não - sem que a tal lenga-lenga, que o Leo assinalou, atue como desestimulante geral.
      Afinal, minhas leituras do Fantasma (meu pai tem a coleção da RGE e me estimulava a ler as histórias) já me familiarizaram também com esses romances arrastados.
      Hahaha!!!

      Aliás, muito providencial as pontuações feitas pelo Leo em seu adendo, o qual desde já agradeço também.
      Contribuindo então com a lista feita pelo Leo:

      - Dayse Mae (Lil Abner ou Ferdinando Buscapé)

      - Ellen Dolan (Spirit)

      - Ula (Brucutu)

      - Princesa Narda (Mandrake)

      - Dale Arden (Flash Gordon)

      - Leiko Wu (que furada, Shang Chi!)

      Surge apenas uma difícil questão: quem afinal era o amor da Dona Tetê no Quartel Swampy?

      Hahaha! (De novo)

      Abraços!

      Tony

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    7. "Acho que essa série deve ter sido a única da parveria Marvel/Netflix que realmente merecia a fama que tinha."


      E aí, L... blz?

      O "Demolidor" é a MELHOR série Marvel da Netflix mesmo... E cada temporada é ainda melhor q a anterior (a 2º e 3º foram EXCELENTES e fiquei mto puto mesmo qdo cancelaram a série)!

      Do "Justiceiro" eu gostei tbm, rs... MAS, essa deve ser vista como uma versão "ultimate" (tanto do Castle qto do "Retalho" - q não tem absolutamente NADA a ver com o gibi). A 2º temporada do "justiceiro" tem umas cenas violentas pra caralho e gosto de personagens q torturam seus inimigos (tipo o "Jack Bauer"), pois isso dá um tom mais "realista" às histórias. A série do Castle tem mta coisa tirada das HQs do Ennis tbm (gostei das referências)!

      Já "Alias" e "Cage" são um PORRE mesmo (chatas e soníferas)... mas nada se compara ao MEDONHO "Punho de Ferro": Uma BOSTA de ator q não sabe nem brigar ("punho de ferro" q não sabe brigar: é pra fuder, né)?

      Abs!

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    8. "Eu não sei sua idade e seu tempo de colecionismo, mas eu já estou perto dos 50 anos, e acompanho HQs há mais de 40 anos, então diante do quadro atual das histórias da Marvel e DC, e do preço das publicações, eu resolvi priorizar muito o que comprar, dando preferência para a minha memória afetiva, e materiais mais ligados aos Anos 70, 80, e início dos 90!"


      Estamos quase parelhos nessa, hein, Elcio?

      Tbm tô beirando os 50 (fiz 49 agora em maio) e sou leitor-colecionador desde 1979 (tive um período de hiato afastado dos gibis por 10 anos - entre 85 a 95 - mas qdo voltei: foi com TUDO, hehe)!

      Abs!

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    9. "Surge apenas uma difícil questão: quem afinal era o amor da Dona Tetê no Quartel Swampy?"


      Oi, Tony... A Dona Tetê quem acabou pegando foi o "Zero" mesmo, rs!

      Nas tiras mais recentes q li do recruta, eles tavam juntos (pra fúria ciumenta e "cornífera" do General Dureza, kkk)!

      Abs!

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    10. "A série do Castle tem mta coisa tirada das HQs do Ennis tbm (gostei das referências)!"

      Agora que você comentou, lembrei do personagem Rawlins, nas hqs do Ennis ele tinha um "relacionamento" com o Jimmy Cavella.

      Eu fico puto com isso: as hqs do Ennis são bem mais construídas do que os filmes e séries que foram feitas. Só que os produtores não tem colhões de mostrar as atrocidades que o Barracauda fazia ou as piadas de humor negro que o Ennis colocava nas hqs.

      Eu tava lendo a Ressureição da Mama Gnucci. Acho que havia comentado que nao tinha gostado aqui no blog. E voce falou que achava boa. Dei uma relida, e realmente a hq é legal.

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    11. "A Dona Tetê quem acabou pegando foi o "Zero" mesmo, rs!"

      Caraca, brother!!!

      Mas, o grande prêmio só poderia ser dele mesmo, coitado!
      Porém, agora é que a vida do "Zero" naquele quartel não vai valer mais nada, porque o General Dureza dificilmente vai aceitar ser corneado por quem quer que seja - muito menos em se tratando do seu amor platônico pela deslumbrante Dona Tetê.

      Ordem do Dia então no Quartel Swampy: "Sgto. Tainha, porrada máxima naquele zero à esquerda de outro zero!"

      Tony

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    12. "Eu tava lendo a Ressureição da Mama Gnucci. Acho que havia comentado que nao tinha gostado aqui no blog. E voce falou que achava boa. Dei uma relida, e realmente a hq é legal."


      Oi, L... Essa HQ da "Mama Gnucci" é boa mesmo, mas ela pode ter causado uma má-impressão na época em q foi lançada, por ser uma sequência direta da fase "Marvel Knights" do justiceiro (pré fase-MAX e q era mais light do q o material q o povo já tinha se acostumado na linha MAX)!

      Abs!

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    13. "o General Dureza dificilmente vai aceitar ser corneado por quem quer que seja - muito menos em se tratando do seu amor platônico pela deslumbrante Dona Tetê."


      Oi, Tony... Eu não tenho certeza, é apenas um palpite meu: MAS, "acho" q esse romance do Zero com a Dona Tetê pode ter algo a ver com as agendas feministas!

      Explico: A Dona Tetê é o tipo da personagem feminina q não cabe mais nos dias de hj, pois era tratada nas tirinhas como "objeto sexual" e por tabela, ainda transformava o "Gen. Dureza" num "assediador", hehe. Assim, "acredito" (opinião pessoal minha) q o "sistema" tenha "forçado" essa mudança no status quo das tiras do Zero pra continuarem reaproveitando esses personagens populares (Dureza e Tetê) agora "readequados" aos tempos modernos, pois a Tetê passaria a ter um relacionamento sério e o Dureza perderia esse foco mais sexual!

      Enfim, são apenas conjecturas, mas q fariam sentido dentro do contexto atual...

      Abs!

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    14. "Enfim, são apenas conjecturas, mas q fariam sentido dentro do contexto atual..."

      As intenções dos - e das - canalhas que progressivamente implantaram o contexto atual em que vivemos parecem ser tão claras e evidentes que qualquer tipo de conjectura a respeito dessas intenções sempre vai fazer algum sentido. Afinal, no fim das contas, tudo aquilo o que não presta e que suspeitamos estar acontecendo (ou em vias de acontecer), sempre acaba convergindo exatamente para esse contexto atual.

      P.S.: desculpe o erro; o correto agora é chamá-les de "canalhes".

      Enfim, não seria de admirar que até mesmo a gloriosa anarquia reinante no quartel Swampy (aquela zona toda) acabasse sendo alvo desses demônios travestidos de "reformuladores sociais".

      R.I.P. Recruta Zero

      Tony

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    15. "Explico: A Dona Tetê é o tipo da personagem feminina q não cabe mais nos dias de hj, pois era tratada nas tirinhas como "objeto sexual" e por tabela, ainda transformava o "Gen. Dureza" num "assediador", "

      Essa palhaçada de sexualização já existia nos anos 2000. Eu lembro de uma palestra no colégio em que estudava na qual a palestrante criticava o seriado da Malhação por só ter gente bonita.
      Lembrei do que um dos alunos falou pra palestrante: "se eu quiser ver gente feia eu vou na rua".


      Esse povo só merece desprezo. Maioria desse povo é frustrado(a) e querem chamar atenção pra essas bobagens pra se sentirem especiais e fecharem os olhos pra própria mediocridade.

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    16. "A Dona Tetê é o tipo da personagem feminina q não cabe mais nos dias de hj, pois era tratada nas tirinhas como "objeto sexual" e por tabela, ainda transformava o "Gen. Dureza" num "assediador", hehe. "

      Último golpe que fizeram, foi uma atriz negra ser escalada pra ser a Morte nonseriado do Sandman. Até me acostumei com algumas mudanças étnicas : Billy Dee Williams ser o Harvey Dent, Nick Fury do Samuel L Jackson. Rei do Crime do Michael Clark Duncan . Mas aí já foi muita esculhambação, eu não curto Sandman, mas se tem 2 personagens que são as "caras" da série é a Morte e o Morfeu.

      Nao tem como não achar essa mudança tosca. É como a autora do Harry Potter que quis ganhar biscoito e disse que a Hermione era negra, depois de 7 (ou foram 8, nao sei, tbm nao curto HP).

      Vendeu a personagem símbolo da série como branca, pra depois querer ganhar biscoito. Só quero ver o fracasso ou na melhor das hipóteses, o sucesso moderado dessa série.

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    17. "Lembrei do que um dos alunos falou pra palestrante: "se eu quiser ver gente feia eu vou na rua"


      Oi, L... Esse é o mesmo princípio da série de TV "The Tudors":

      Mto criticada na época (uns 10 anos atrás) por só botar gente bonita em cenas de sexo (quase explícitas, rs) e distorcer o visual Histórico dos personagens retratados (o Rei em questão era um velho gordão escroto na vida real - enquanto na TV era um modelo com o corpo malhado: o mesmo vale pras mulheres: Só as mais TOP na telinha tirando a roupa, e na vida real umas "buchas", kkk)!

      O diretor da série se defendeu dos mimizêntos dizendo q aquilo era "licença poética" e q cenas de sexo com gente feira fariam as pessoas desligarem a TV (genial a resposta, rs)!

      Abs!

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    18. "eu não curto Sandman, mas se tem 2 personagens que são as "caras" da série é a Morte e o Morfeu"


      Verdade... Essas mudanças étnicas já não servem mais ao propósito de inclusão ou diversidade: Pois foram "politizadas" e "comercializadas" pela mídia do entretenimento pra objetivos próprios de agradar à uma parcela específica do público (militantes extremistas q seguem agendas de lacração e desconstrução da figura masculina tradicional e da família em geral). Assim, esse pessoal já nem liga mais pros exageros de se cogitarem uma atriz de pele e cabelos morenos pra ser a "SONJA" (o exemplo mais gritante dessa política na minha opinião)!

      No caso do "Sandman"... O Gaiman (q tava louco pra dar uma lacrada "com gosto", rs) foi correndo defender a mudança, alegando q no gibi a "Morte" assume várias formas e quem tá reclamando da escalação do elenco é "pq não leu o gibi" (segundo ele). Só q ele tá se fazendo de bobo, pois sabe mto bem a diferença entre uma personagem assumir diversas formas "eventualmente" na HQ e ter uma representação "universal" na mesma mídia!

      Enfim... já tá virando "mais do mesmo", rs!

      Abs!

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  8. E ai Léo, cara eu queria saber sua opinião sobre essa onda de omnibus, vale a pena? luxo desnecessário?, ruim pra ler? Só pra deixar na estante? Cara ontem no YouTube vi um vídeo de um cara analisando todos os omnibus lançados ( o cara deve ser trilhardario pra comprar todos) e ele falando que comprou na Amazon uma espécie de apoio pra mesa( igual aqueles que sustentavam a bíblias gigantes na casa das nossas avós) eu fiquei pensando: é serio pra ler uma revista eu tenho que sentar na mesa e usar um pedestal?????? PQP

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    1. E aí, beagle... blz?

      Pior q é "sério" mesmo, hehe... Tem gente comprando esses pedestais só pra poder ler esses trambolhos de OMNIBUS, rs!

      Minha opinião (pessoal) à respeito disso é: Sou contra e evito esses TIJOLOS salvo raríssimas exceções... Tenho apenas 3: O 1º do "CONAN" (e talvez eu nem compre o 2º), Os "Eternos", e o "Cap. América - A Bomba da Loucura" (estes 2, por serem do KIRBY - o q tornou ambos irresistíveis pra mim). Mas acho um formato excessivamente CARO (esses 3 qa eu peguei ainda foram numa faixa abaixo dos 200 contos, mas tem uns a´pi q passam dos 300 e batem nos 400 - q foi o caso do "4F" do BYRNE) e mto desconfortável pra ler:

      Gosto de ler meus gibis deitado na cama de barriga pra cima (com o gibi apoiado no peito) OU deitado na rede (com o gibi tbm apoiado sobre o peito). Isso já fica difícil fazer com esses TIJOLÕES, q eu acabo tendo de ler sentado numa cadeira desconfortável com o troço em cima na mesa de jantar!

      Assim, não gosto mesmo: Nem do preço, nem do manuseio, e nem do espaço q ocupam na estante... Gibi, pra mim, tem q ser barato (capa-cartão) e ter na média umas 250 pág (no máximo). Algo q não me dê preguiça de tirar da prateleira sempre q eu precisar reler ou consultar por algum motivo, rs!

      Abs!

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  9. Vou dar uma checada na arte desse vol do Demolidor, se não me engano a passagem do Wally Wood no título foi curta. Então cabe no bolso pegar uns 2 ou 3 volumes do Demo com a arte dele.

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    1. Já vou te poupar esse trabalho, amigo... hehe:

      A fase Wally Wood foi bem curtinha mesmo e cobre apenas estas edições: Daredevil #5–11 (1964–1965)!

      Ou seja: A edição 5 já tá nesse Vol. 1 do "demo" e as demais estarão no Vol. 2!

      Abs!

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    2. "Já vou te poupar esse trabalho, amigo... hehe:

      A fase Wally Wood foi bem curtinha mesmo e cobre apenas estas edições: Daredevil #5–11 (1964–1965)!"

      Meu muito obrigado.

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  10. E aí comandante Leo e amigos do SubmundoHQ!

    Dos tópicos dessa postagem só conheço bem o protetor da Cozinha do Inferno e o bárbaro da Ciméria. O Demolidor é um dos poucos materiais atuais de super-heróis que acompanho, a fase anterior de Charles Soule estava apenas mediana. Mas a vermice em relação ao personagem me fez acompanhar, no entanto com Chip Zdarsky (que nome invocado hein?!!) nos roteiros a coisa deu um upgrade violento os primeiros encadernados lançados pela Panini estão show de bola. Já no que diz respeito ao Conan, peguei todo material atual da Panini que não é lá grande coisa, mas também não é um lixo total, dá pra ir levando. A coleção da ESC em capa dura peguei os Cinco primeiros volumes e devido a inevitável contenção de gastos estou esperando a desova do encalhe da coleção que espero que aconteça como foi com as capas preta e vermelha da Salvat. Aí pego até o numero 20.

    Aproveitando o comentário, quero fazer uma retificação há tempos atrás comentei acho que numa matéria do UniversoHQ que achava o Conan da Dark Horse meio "nutella" apesar de ser escrito por um dos meus autores favoritos que é o Busiek. Agora em contato com o Conan atual da Marvel pude ver que aquele citado anteriormente era muito bom.

    Acho que o que me fez ser tão duro na minha análise anterior era que tinha como parâmetro o Conan clássico dos gênios Thomas & Buscema, que é o Conan definitivo dos quadrinhos. Dessa forma pude confirmar uma tese que li anteriormente não me lembro onde que era algo como "o bom, o ótimo quando comparado com o fantástico, extraordinário. Fica ruim."

    Acho que foi isso que me aconteceu em relação ao Conan clássico em comparação com o da Dark Horse.

    Bem é isso. Obrigado por mais uma postagem excelente!
    Valeu!!

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    1. E aí, LEPM... blz?

      Olha, te confesso q não acompanhei essas fases mais modernas do "demo" (de Charles Soule e do Chip Zdarsky - nome invocado mesmo, hehe)... Mas foi apenas pq na época em q começaram a sair tiveram q ir pro "corte de gastos" (eu até queria ter lido essas fases, mas - infelizmente - hj em dia o colecionismo é assim: a gente se vê obrigado a deixar de comprar algo pra poder comprar outra coisa q seja mais prioritária: conforme os critérios de cada leitor)!

      Assim, a última fase moderna do "demo" q li, foram os 6 primeiros encadernados do Mark Waid... A fase dele ainda continuou mais além, mas eu parei por aí mesmo, pq ESSA fase eu realmente não achei mto legal (ela é boa, mas não o suficiente pra ter me feito investir mais dinheiro nela)! inclusive, vou acabar botando à venda essas 6 edições do Waid uma hora dessas!

      Ou seja: Minha coleção do "demo" vai acabar indo só até a fase Bendis... a qual eu tenho nas mensais de linha e em repetéco nos 3 encadernados q a panini lançou. O 4º Vol. (q trazia o arco final do Bendis e MAIS o início da fase Brubaker) eu tive q pular tbm por questões orçamentárias, rs!

      Qto ao "Conan"... O q eu tenho recente dele é: A "ESC" nº 1-20 e o OMNIBUS da Panini (Barry Smith - não sei ainda se vou encarar o Vol. 2, mas vou escrever uma matéria especial aqui sobre essa edição - cujas histórias eu tenho espalhadas em trocentos formatinhos de "Heróis da TV" e "Almanaques Conan" da Abril)!

      Acho q os encalhes da ESC vão acabar rolando sim, é inevitável... só tem q aguardar mais um pouco (embora a coleção já tenha passado da metade)!

      Sobre o "Conan" da Dark Horse... Eu concordo plenamente com vc, amigo: O meu juízo de valor a respeito dessa fase pode ter sido prejudicado pela comparação instantânea com o material clássico da Marvel. PORÉM, ando pensando seriamente em adquirir o OMNIBUS da Mythos pra dar uma nova chance à esse material (agora com outros olhos - vou ler como se fosse um "ultimate conan", rs)!

      E obrigado por ter curtido a postagem... Valeu mesmo! As próximas devem ser: "X-Men" (SÓ lançamentos mutantes), "Conan OMNIBUS 2", e "Cap. América 80 Anos"! Bastante coisa boa pela frente, kkk!

      Abs!

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    2. Também pensava assim, via esse Conan versão Dark Horse, como uma versão " teen ", terminei de ler o omnibus da Mythos, e gostei bastante, claro que com Thomas, Buscema, Alcala entre outros monstros da ESC, é como comparar uma Ferrari com um Fiat, talvez pegue apenas o segundo volume que deve sair ainda este ano, e sigo tentando chegar até o número 31, da coleção ESC da PANINI.

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    3. OI, Francisco... Esse OMNIBUS do Conan da Mythos parece q terá 8 Vol. ao todo (já confirmados por aqui)!

      Abs!

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  11. Adorei o PÉ-NA-COVA!! kkkk Junto com o CARECA são uma dupla da pesada.

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    1. As ideias dos tradutores, hein?

      O "Homem-Púrpura" (Purple Man) tem o nome PESSOAL no gibi de "Killgrave" (foi esse nome q alguém resolveu traduzir como "Pé-na-Cova", kkk)!

      Abs!

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  12. Olá, Leo!

    Brother, aproveitando a carona na matéria, eu tô com uma dúvida mortal agora e se vc puder me esclarecer eu te agradeço muito.
    Ocorre que eu havia adquirido os quatro primeiros encadernados do Demolidor, da fase Bendis, lançados pela Panini na linha Deluxe, e então parei.
    Mas, ao que parece, foram lançados outros dois vols. dessa coleção, porém da fase Brubacker. É isso mesmo?
    A minha outra pergunta é: essa fase do Brubacker vale a pena ou pode ser dispensada?

    Valeu!

    Tony

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    1. E aí, Tony... blz?

      Sim, foram 6 encadernados do "demo" da linha DELUXE... Sendo q os 3 primeiros eram SÓ do Bendis ("Revelado", "O Rei da Cozinha do Inferno", e "Decálogo") e o 4º trazia o FINAL da fase Bendis MAIS o início da fase Brubaker (O "Demônio do Pavilhão D"). Já os Vol. 5 e 6 eram só do Brubaker e fechavam a fase dele ("A Parte do Demônio" e "O Retorno do Rei")!

      Eu tenho só os 3 primeiros encadernados... O final da fase Bendis eu tenho na revista mensal do "demo" e do Brubaker eu não tenho nada impresso. MAS, li em scan e gostei: É uma "BOA" fase, mas nada de tão espetacular q me fizesse querer investir mto ($$$) nela. Tipo: É BOA, mas posso viver sem ela, rs!

      Abs!

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  13. KRAZY KAT

    A Skript Editora acaba de iniciar uma campanha na Catarse para a publicação do clássico Krazy Kat, de George Harriman, baseada na portentosa edição da Fantagraphics.

    Quem CONHECE HQ's sabe perfeitamente qual a importância colossal que Krazy Kat possui. Algo que passa despercebido nessas paragens submersas no lugar-comum.

    Consegui ser um dos 100 primeiros apoiadores dessa iniciativa, que começou hoje ao meio-dia e está limitada a mil exemplares.

    Gastei meus últimos caraminguás, mas valeu cada centavo de sacrifício.

    Tony

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    Respostas
    1. Tony,

      Comprei a edição de Krazy Kat da Taschen de mais de seiscentas páginas. Colossal!!!
      Só tenho que tecer crítica ao tamanho do livro que torna a leitura muito desconfortável.
      Tive que guardar no guarda roupa, pois o volume não cabe na estante de livros.

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    2. Irei apoiar o projeto.
      Krazy Kat é sonho para todo colecionador de quadrinhos.
      A última aparição do personagem, por essas bandas, salvo engano, foi em uma edição da Ópera Graphica há algum tempo.

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    3. A vantagem das edições de Krazy Kat da Fantagraphics/Skript é que a obra foi dividida em três vols., abrangendo, portanto, três períodos.
      E o tamanho avantajado dos vols. também sempre considera o objetivo de se preservar o tamanho original das tiras.

      No caso da edição da Skript, ela se baseia na edição da Fantagraphics, porém com alguns incrementos que a tornarão superior em termos gráficos à edição americana.

      A edição da Taschen compila todas as tiras dominicais coloridas - as conhecidas "sundays". Portanto, ainda não é uma edição completa, como serão as da Fantagraphics/Skript. Obviamente, tanto essa edição da Taschen quanto a da Fantagraphics, por serem a versão original em inglês, preservam toda a rica criatividade verbal e poética da obra - fato este que, aliado à criatividade visual, colaborou para tornar a obra de Harriman um clássico (suas tiras figuram em primeiro lugar na lista do Comics Journal dos maiores quadrinhos do século XX).
      Logo, será uma empreitada duríssima para o tradutor da obra encarar sem que acabe merecendo receber a devida "tijolada na cabeça".

      Apesar da baixa popularidade entre o público em geral (a ralé mediocrizada de sempre), Krazy Kat foi TREMENDAMENTE influente. Walt Disney chegou a dizer que, sem Krazy Kat, dificilmente teria havido Mickey Mouse e Pato Donald, por exemplo.

      Tony

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    4. Tadeu,

      Acabei de dar uma olhada no site da Catarse, e KRAZY KAT já está em 621% além da meta a ser atingida.
      Dos mil exemplares disponíveis, 500 já foram vendidos. Esgotaram em apenas 25 hs!

      Tony

      Excluir
    5. Tony,

      Já estou entre os 500 felizardos e esperando janeiro/2022 chegar, juntamente com a camiseta azul claro hehehehehe...

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    6. "A Skript Editora acaba de iniciar uma campanha na Catarse para a publicação do clássico Krazy Kat"


      E aí, Tony... blz?

      Mto obrigado pela dica e pelo aviso da campanha... Infelizmente, meu cartão tá comprometido até a virada do mês (minha última compra foi - justamente - no Catarse semana passada, qdo apoiei o projeto dos Vol. 2 e 3 do "Torpedo": Outra obra ESPETACULAR e totalmente "macho/alfa/RAÍZ" - o tipo do gibi q jamais veremos produzido novamente no mercado moderno)!

      Mas vou torcer pra q o "Krazy Kat" ainda esteja disponível daqui a 10 dias (qdo devo restabelecer meus créditos novamente)!

      Concordo plenamente com vc, amigo... A importância dessa HQ é monstruosa na cultura pop em geral e influenciou diversos desenhos animados q víamos na infância!

      Abs!

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    7. "A última aparição do personagem, por essas bandas, salvo engano, foi em uma edição da Ópera Graphica há algum tempo."


      E aí, Tadeu... blz?

      A Ópera realmente lançou 2 compilados de tiras do "Krazy Kat": Uma em 2003 (formatéco econômico capa cartão) e outra em 2007 (aí em formatão capa-dura luxuoso)!

      Mas a última aparição mesmo no Brasil, foi pela Pixel em 2012... No mix do gibi do "Popeye" Nº 1 (formatinho). Onde o "Krazy" ficou só nessa 1º edição, infelizmente!

      Abs!

      Excluir
    8. "Apesar da baixa popularidade entre o público em geral (a ralé mediocrizada de sempre), Krazy Kat foi TREMENDAMENTE influente. Walt Disney chegou a dizer que, sem Krazy Kat, dificilmente teria havido Mickey Mouse e Pato Donald, por exemplo."


      Verdade... Não é pouca coisa mesmo!

      O povo devia valorizar mais esse tipo de obra (tão influente)... Mas é aquilo, né? Tá longe de ser um produto apreciado pela "MASSA" e vai satisfazer apenas uma pequena elite segmentada de público q nem nós (com o perdão da modéstia em me auto-considerar parte da "elite", hahaha)!

      Abs!

      Excluir
  14. P.S.: por "essas paragens", entenda-se o Brasil, e não o Submundo HQ.

    Hahaha!

    Tony

    ResponderExcluir
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    1. Bem, aqui no "Submundo", pelo menos, um lançamento desses jamais passaria batido... Apesar de vc ter sido o 1º a me avisar desta vez, hehe!

      Qdo vc postou (há 3 dias atrás) eu já tinha entrado "off-line" aqui no blog (retornei hj pra responder comentários e já redigir a próxima postagem - q deve ir ao ar ainda hj). Sempre dou uma "patrulhada" no Catarse toda semana pra ver o q aparece de bom, tanto: q justamente na semana passada passei a apoiar o projeto "Torpedo Vol. 2 e 3" (da Editora Figura), mas ainda não tinha nada de "Krazy Kat"!

      Mais uma vez: Obrigado pela aviso... e reforço aqui a recomendação desses projetos pra quem puder apoiar: "Krazy" e "Torpedo" (HQs de qualidade ASSOMBROSA de tão sensacionais q são)!

      Abs!

      Excluir
    2. "Bem, aqui no "Submundo", pelo menos, um lançamento desses jamais passaria batido..."

      Foi aqui no Submundo HQ que tomei conhecimento a respeito do financiamento da obra "Popeye", do Lelis e Ozanan.
      Eu apoiei essa iniciativa entusiasticamente, e a previsão é de que o envio do encadernado do Popeye aconteça a partir de julho agora.

      Krazy Kat torna-se o quarto financiamento que realizo pela Catarse (os outros dois foram "O Corvo" e "Os Gatos de Ulthar" - adaptações do poema clássico de Edgard Allan Poe e da obra de H.P. Lovecraft, ambos da Editora Diário Macabro).

      Enfim, esta parece que será a tendência no futuro.
      Enquanto editoras de grande porte inovam com práticas de pré-venda e venda através de suas lojas virtuais, editoras menores como a P&N fazem parcerias com a Amazon - que possui meios próprios de entrega (meu "Prince Valiant" n° 21, da Fantagraphics, foi remetido no dia seguinte ao da compra). Outras editoras, como a Skript, recorrem aos programas de financiamentos do tipo Catarse.

      Bancas de jornais são coisas do passado, livrarias físicas tornam-se cada vez mais raras e o futuro, no que concerne à compra de material impresso, adquire novas tendências.
      A única coisa que desafiou os prognósticos, foi a persistência justamente das publicações impressas, cujo fim havia sido vaticinado há alguns anos por certos "ispecialistas".
      Erraram feio!

      E os velhos Clássicos, sempre marcando presença na "ordem do dia" - pra desalento dos que desejam reformular a sociedade através do lixo "moderno".
      Se ferraram!

      Tony

      Excluir
    3. Verdade, Tony...

      Essas são mesmo as novas tendências do mercado... As bancas acabaram perdendo terreno, mto em parte por culpa das distribuidoras (q detinham um monopólio "mercenário" e "canibalístico": devorando o próprio esquema de sustento deles mesmos - agora esses retardados q controlavam as distribuidoras ajudaram a afundar o mecanismo todo junto com as bancas)!

      As editoras acabaram buscando outros meios pra não continuarem "reféns" das distribuidoras... e aí veio o financiamento coletivo, o fortalecimento dos sites próprios das editoras (a panini já tem produtos exclusivos q nem na Amazon vai ter), e os cupons de desconto q agitam as lojas virtuais!

      As bancas, q já vinham reduzindo o espaço das revistas em prol de tranqueiras, refrigerantes, e DVDs... vão acabar rodando nessa, infelizmente (pois eu gostava de ser "rato de banca", rs)!

      Enfim, tenho apoiado bastante projetos tbm (no Catarse e outros do tipo):

      -Efeito Placebo (HQ nacional estrelada pelo "Lagarto Negro")!

      -Torpedo 1936 (q teve 3 Vol. financiados no Catarse)!

      -O Livro dos Barcos + Galícia (2 HQs de nível europeu do meu primo Marsal - q eu apelidei de "O Moebius brasileiro", rs)!

      -Esquadrão Vitória (HQ emulando o KIRBY da Era de Prata)!

      -Senhor Maravilha + Arquivos Secretos da RGE (LIVROS do Roberto Guedes)

      Entre outras coisas q não lembro agora de cabeça, rs!

      Abs!

      Excluir

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