12/10/2016

"Replicoide": Fanzine Publicará As HQs Clássicas do "Planeta dos Macacos"...

"Replicoide" é um fanzine (distribuído entre algumas poucas lojas e colecionadores ao redor do país) que tem trazido material raro e até inédito no Brasil... Essa iniciativa já havia sido comentada aqui em uma postagem de notícias no mês passado. Porém, um dos editores do fanzine entrou em contato e me pediu uma réplica no blog pra explicar melhor a proposta e rebater algumas críticas e dúvidas que surgiram diante da (polêmica) repercussão sobre o assunto!

A "Replicoide" já publicou 5 edições até o presente momento: "Welcome To Springville", "Frank Cappa", "Mortadello & Salaminho", "Dylan Dog", e "Morgan - O Presidiário"... As próximas edições trarão: "Hombre" (de Segura & ortiz), "Níquel Náusea", e as HQs clássicas do "Planeta dos Macacos"!

Confira abaixo a matéria (com capas em 1º mão das futuras edições do fanzine):

"Replicoide" – O que é afinal? Trata-se de um fanzine, feito por um grupo de colecionadores (16 para ser exato), com a proposta inicial de distribuir os exemplares apenas entre eles. A ideia surgiu num encontro destes colecionadores, onde cada um exaltava as “raridades” que possuía em sua coleção, deixando os demais com um pouquinho de “inveja”. Foi quando surgiu a proposta de fazer algumas réplicas (daí o nome do fanzine) dos itens raros ou esgotados de cada um e distribuir entre os demais interessados do grupo. Porém, de uma simples réplica em fotocópia da publicação original, a proposta avançou para o formato de fanzine, onde as histórias seriam traduzidas para o português (visto que a maioria das histórias nunca foi publicada no Brasil), com o acréscimo de algumas matérias relacionadas, biografias, etc. Cada um ficou com uma tarefa (digitalização, tratamento da imagem, letreiramento, tradução, acabamento, matérias, etc.) e a despesa com papel, tinta e outros itens menores seria rateada entre o grupo. Então, surgiu uma nova proposta, de se fazer uns exemplares a mais, para o caso de haver algum interessado de fora do grupo, o que ajudaria no custeio do papel e da tinta. Assim foi feito e alguns exemplares foram trocados em sebos e lojas por outros quadrinhos, ficando à disposição de quem tivesse interesse por eles. Com relação ao fato de considerarmos o Replicoide um fanzine, nos baseamos, entre outros, no livro “Fanzine”, de Edgard Guimarães (quadrinhista e editor de inúmeras publicações independentes), pela Marca de Fantasia e disponível para aquisição no site da editora. 

Alguns trechos do livro: “De um modo geral, o fanzine é toda publicação feita pelo fã. Seu nome significa literalmente "revista do fã" (fanatic magazine). São fanzines as publicações que trazem textos diversos, histórias em quadrinhos do editor e dos leitores, reprodução de HQs antigas, poesias... enfim, tudo que o editor julgar interessante”. Fanzine é revista, ou seja, uma publicação impressa em que cada leitor pode ter seu exemplar. Há vários motivos que levam uma pessoa a fazer um fanzine. Muitas vezes o editor deseja compartilhar com outros interessados o material de sua coleção”. Embora, de um modo geral, os fanzines sejam edições mais modestas quanto à forma, pois dificilmente seu editor tem recursos financeiros para custear edições mais caras, regularmente aparecem verdadeiros álbuns no meio independente. A apresentação com alta qualidade gráfica não descaracteriza o fanzine, pois continua sendo uma edição feita com espírito independente”. Uma característica bastante presente é a republicação de material de outras publicações. A maior incidência é de histórias em quadrinhos antigas retiradas de revistas das décadas passadas, histórias em quadrinhos estrangeiras não publicadas no Brasil, textos e reportagens tirados de revistas, livros e jornais antigos ou atuais, etc. Esta atitude poderia ser chamada de pirataria, e muitos editores até se referem a ela por este nome, pois o termo tem um apelo romântico desde os romances de corsários de séculos atrás. Assim o nome "pirata" tem aparecido em títulos de fanzines, nomes de seções e mesmo em pseudônimo de editor. 

No entanto, para desilusão dos românticos, esta atitude dos editores não tem nada de contravenção. A edição de fanzines não é uma atividade em que o editor, ao republicar material de autoria de outros, estivesse obtendo benefícios às custas destes trabalhos. Pelo contrário, são raros os fanzines em que a receita consiga alcançar a despesa, sendo que muitas vezes a distribuição dos exemplares é gratuita para um círculo de amigos. O que move o editor de fanzine é o desejo de compartilhar com outras pessoas todo tipo de material a que teve acesso e que considera importante a divulgação a outros interessados. Dentro deste espírito, muitas vezes o editor realiza verdadeiras expedições arqueológicas para trazer a público, ainda que infelizmente a um público muito reduzido, verdadeiros tesouros perdidos em publicações há muito esquecidas. O ponto central da questão é que os fanzines, de forma desinteressada, têm feito um serviço de resgate e difusão de aspectos da cultura muitas vezes negligenciados tanto pelas empresas editoras quanto pelos órgãos governamentais”. Resumindo, a gente se diverte e faz tudo de maneira artesanal, com cada um colaborando como pode. Informações como nome de editora, de gráfica, código de barras, local de impressão, etc., são todos fictícios, incluídos apenas para dar “um charme” à publicação e torná-la visualmente mais parecida com uma publicação “normal”. Chega a ser risível o comentário de que alguns exemplares impressos numa Epson jato de tinta caseira possa abalar o mercado e inibir alguma Editora de publicar algum título que julgue atrativo comercialmente.

Fiesmot (pelo Replicoide)!


Até+ 

PS: Diante do texto acima (de autoria de um editor da "Replicoide"), os leitores do "Submundo" poderão tirar suas próprias conclusões a respeito do assunto (que sempre gerou opiniões divergentes). Seja como for, a "Replicoide" tem em média 60 pág, formato 21 X 28, e custa R$ 18,70 (P&B) e R$ 25,70 (cores)! 

56 comentários:

  1. blz leo?

    independente da quantidade de material publicado, 1 ou 2000 exemplares, a obra tem dono e somente com a permissão do mesmo o material poderia ser (re)publicado.
    isso com certeza é pirataria no pior sentido da palavra, é a mesma coisa que CD ou DVD pirata.
    ate mesmo se estas edições fossem gratuitas não concordaria com esta atitude.
    o brasil é um país difícil onde muitas pessoas só pensam em burlar qualquer tipo de lei e este tipo de atitude é lamentável(nos curtimos nossas HQs antigas/raras e vamos replicalas e vender pra mais pessoas terem acesso).

    abraço

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    1. Olá Gustavo A. Talvez você acredite que estes poucos exemplares impressos em casa são tão ou mais prejudiciais, por exemplo, que os “scans” destas mesmas histórias, que estão disponíveis em centenas de sites, acessíveis a milhões de pessoas. Ou então que eles possam ser prejudiciais aos interesses econômicos dos "detentores dos direitos", ainda que eles jamais tivessem a intenção de publicar este material por aqui. Talvez você entenda também que os autores das obras são movidos apenas pelo dinheiro e prefiram que suas criações jamais sejam conhecidas, caso não apareça nenhuma empresa interessada em publicá-las oficialmente. Mas, enfim, se você realmente pensa assim, sua opinião merece e deve ser respeitada. Agora, se você particularmente acessa ou já acessou sem autorização qualquer conteúdo não oficial disponível na internet, como “scans”, músicas, filmes, jogos, etc., seria apenas mais um dedicado a pregar moral de cuecas. E, neste caso, seria uma atitude lamentável. (Fiesmot).

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    2. Fiesmot,

      São mtas as hipóteses mesmo sobre todos esses pontos citados... Eu conheço pessoalmente leitores q afirmam nunca terem baixado nenhum scan, torrent, e nem mp3 (e q consomem todos os produtos originais: SEMPRE - no caso dos gibis, eles partem pros TPS importados, mas possuem tudo original)!

      Não é o meu caso, diga-se de passagem... E eu admito q faço uso de downloads (filmes, músicas, games, e scans)! Eu até gostaria de possuir DVDs originais, CDs originais, e principalmente: ter TODOS os gibis q eu gostaria de ter sendo publicados no Brasil - Mas sei q isso é apenas um sonho pra mim: Eu nem teria condições financeiras pra tanto, e interrompi minhas coleções de filmes e séries em DVD por falta de verba!

      No entanto, admiro quem consegue se manter sem depender de conteúdos não-oficiais... Só não é a minha realidade ($$$), rs!

      Abs!

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    3. Oi Leo. É claro que existem pessoas que, por herança ou competência própria, possuem condições de comprar o que quiserem. Mas são a grande minoria. Fica mais fácil para eles afirmar que só compram produtos autorizados e originais. Porém, mesmo estes não podem comprar o que não existe. (Fiesmot).

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    4. Sim... Tem coisas q nem o dinheiro pode comprar:

      As adaptações do "Planeta dos Macacos" são um exemplo disso: No Brasil (em língua portuguesa) eu duvido mto q essas adaptações das HQs clássicas venham a sair um dia! O mesmo valeria pra série: "2001 - Uma Odisséia no Espaço" (do Kirby)!

      Abs!

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  2. Leo, tenta conseguir um contato,pois aqui em Natal ñ vir nenhuma edição na loja especializada e nem na net. Desde já grato!

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  3. Achei a iniciativa excelente e dou todo meu apoio. Mas ficou uma duvida: por um acaso o zine não é impresso em jato de tinta não, né? Pq se for, sem condições ...

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    1. Olá Adelvan.

      Mas rapaz, o fanzine não foi feito para ler na chuva ou no chuveiro! KKkkkkk! Brincadeiras à parte, como é feito artesanalmente e em baixíssima tiragem, não há como ser de outro modo.

      E, se você molhar qualquer publicação, seja em papel jornal, couché ou lwc, mesmo com impressão off-set, apesar de serem mais resistentes o resultado também não vai ser muito agradável.

      Abs.

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  4. Existe pirataria boa e pirataria ruim. Vejo no caso do "Replicóide" uma pirataria boa, pois compartilha um material raro sem prejudicar autores ou detentores de direitos.

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    1. Como não prejudica? os autores ou detentores dos direitos estão sendo pagos? Não? ENTÃO PREJUDICA SIM.

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  5. Olá Léo , será q não rola uma maneira de comprar esse fanzine ? Parece ser bem legal , abraco

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  6. interessante a título de curiosidade, apesar de ilegal.

    abç!

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  7. Leo, considero a iniciativa válida e necessária num mercado dominado ou até bitolado pelo 'eixo do mal' (Marvel/DC).

    Entretanto, penso que seria interessante os envolvidos analisarem melhor os aspectos jurídicos envolvidos p/ criarem salvaguardas que os protejam de processos, uma vez que há material ali proveniente de grandes editoras, o que implicaria em indenizações que estariam fora da realidade dos praticantes.

    O texto apresentado aqui é bastante elucidativo da natureza de um fanzine, mas, apesar de ser romântico e envolvente, não esclarece o impacto legal de publicar material artístico de outrem sem o devido processo de licenciamento.

    Resumindo, é uma iniciativa muito bacana, mas tem que ser feita com apuro e cuidado.

    De modo geral, nós fãs agradecemos a essa nova elite Illuminati misteriosa de 16 colecionadores bem intencionados e motivados!

    Abs, Arnaldo - Goiânia.

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  8. E sério q alguém acha q as grandes editoras tem interesse de lançar uma coleção assim ou ao menos edições avulsas? Se n fosse iniciativas como essa, provavelmente continuariam no esquecimento! Pena q com ctz onde moro n são vendidos, Se n com a indicação aqui do blog compraria algum...

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  9. "independente da quantidade de material publicado, 1 ou 2000 exemplares, a obra tem dono e somente com a permissão do mesmo o material poderia ser (re)publicado."


    E aí, gustavo... blz?

    Essa questão é polêmica mesmo e sendo assim, é natural q divida opiniões (tanto aqui no blog qto em outras redes). Pra vc ter uma ideia, essa polêmica já existia na época em q eu voltei a colecionar gibis (por volta de 1995) qdo alguns setores fizeram campanhas contra um fanzine q republicava material clássico da Marvel (Era de Ouro): Na ocasião, o scanner ainda era meio q uma "novidade", rs!

    Eu, particularmente, vejo a situação por 2 ângulos diferentes: Entendo a questão dos direitos autorais (da mesma forma q eu não gostaria de escrever um livro e vê-lo sendo copiado sem a minha autorização: Já fizeram isso até com matérias minhas aqui do blog e eu não gostei - embora atualmente eu tenha autorizado o "Xandro" a replicar postagens minhas no blog dele)!

    Por outro lado, eu acho q isso acaba sendo um reflexo da falta de atitude e interesse das editoras em buscarem esses materiais e publicá-los oficialmente no Brasil. Publicam cada porcaria por aqui, mas deixam de lado um "Mortadelo e Salaminho", um "Morgan" (entre as melhores HQs q já li) e vários outros títulos q permanecem no limbo editorial. Essa negligência acaba criando um sub-mercado paralelo: Tanto de scans digitais qto impressos (alimentado pelo desinteresse das editoras e da ansiedade dos leitores/colecionadores q querem ter o material de qq jeito)!

    É o mesmo princípio dos DVDs piratas. Do meu ponto de vista (e olha q eu já fui dono de locadora)... o DVD pirata só existe pq a indústria foi negligente em algum momento com o consumidor. Um DVD original é mto caro e se a indústria (os grandes estúdios e distribuidoras) realmente quisessem, bastava reduzir o preço final pra quebrar o mercado paralelo! Mas não, sempre praticaram uma política de preços abusiva (na qual um DVD "pelado" - sem extras - custava 50 reais)! E veja bem: eu fui à falência no ramo de locação de DVDs combatendo a pirataria (em vão)!

    Hoje, eu vejo q eu estava perdendo tempo tentando combater diretamente a pirataria... O camelô q vendia DVD pirata era a consequência de algo maior: Ele existia pq o mercado deixou uma brecha pra q ele existisse e se proliferasse (eles não teriam se criado se um DVD original custasse 10 pila)!

    Sei q parece complicado... E eu sou a última pessoa q deveria tentar entender e ver a situação pelos 2 lados (já q fui prejudicado financeiramente nos negócios por conta - em parte - da pirataria): Mas eu compreendo hj q o mercado SEMPRE responde com ações subversivas (DVD pirata, gibi pirata, torrent, mp3) à negligência e comodismo de quem realmente pode fazer algo q atenda melhor os anseios do consumidor!

    Resumindo (sei q me estendi demais, rs): Não defendo a pirataria, mas entendo a razão dela existir (em qq meio ou formato)!

    Abs!

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  10. "Leo, tenta conseguir um contato,pois aqui em Natal ñ vir nenhuma edição na loja especializada e nem na net. Desde já grato!"


    E aí, Andrecio... blz?

    Bem, o único contato q o fanzine tem está impresso em edição: replicoide@gmail.com

    Mas até onde sei, eles não vendem as edições pela internet (seja como for, esse é o mail oficial pra contato)!

    Abs!

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  11. "por um acaso o zine não é impresso em jato de tinta não, né? Pq se for, sem condições ..."


    E aí, Adelvan... blz?

    Eu não faço ideia do equipamento usado pra impressão... Mas no texto acima (do editor do fanzine) ele menciona uma Epson caseira no último parágrafo, rs!

    Seja como for, a impressão é mto boa (melhor q a de mta editora oficial q temos por aí, hehe)!

    Abs!

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    1. A questão é que jato de tinata BORRA, né. Dá uma pingada na página pra ver o que acontece ...

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    2. Ah, bom... Isso eu realmente não experimentei pra saber, rs!

      Abs!

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  12. "Existe pirataria boa e pirataria ruim."


    Oi, SEMI... blz?

    A pirataria parece ser algo irrefreável (em todos os meios)... E eu seria um hipócrita se não admitisse q faço uso dela em um momento ou outro: Seja baixando uma música ou um filme no torrent, ou mesmo lendo um scan na tela do computador (pra poder comentar depois o gibi aqui no blog)! Meu próprio "Playstation 2": acho q de original só tem mesmo o aparelho em si, rs!

    Sério... não tem mto pra onde fugir!

    Abs!

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    1. Eu sou uma pessoa que gosto de ter minhas coisas originais. Se tenho algo "pirata", pode apostar que é temporário e motivado ou pela indisponibilidade do item ou pelo preço alto.

      No exemplo que você citou, meus jogos de PS2 são originais, mas comprados numa época que o PS3 já existia e portanto eles eram encontrados por um preço compatível.

      Isso faz de mim um Semi-Pirata???? (rs)

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    2. Vc é um "pirata genérico" então, rs...

      No meu caso (em relação ao PS2): Eu só comprei o aparelho pra poder jogar na tela da TV (e não no PC) alguns emuladores de jogos clássicos. Assim, tenho coisa q nem original eu conseguiria no Brasil: E baixei mto jogo (ou pacotes de jogos do Atari, Sega, Nintendo, e fliperamas) pelo Torrent mesmo!

      Abs!

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    3. Mais ou menos. PS2 e 3, só originais. Mas o meu Wii é uma central de emulação para Jack Sparrow nenhum botar defeito Fora os jogos do próprio console que rodo a partir de um HD externo.

      Quem nunca gravou uma música em fita k7 que atire a primeira pedra.

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  13. "Olá Léo , será q não rola uma maneira de comprar esse fanzine ?"


    E aí, Tadeu... blz?

    O jeito é meio q se enturmar mesmo com o pessoal dos fanzines, rs... É um ramo q eu não conheço direito tbm, mas sei q é um grupo bastante seleto e unido (postei um mail de contato deles num dos comentários acima)!

    A tiragem é bem reduzida tbm... são 50 exemplares no máximo de cada ed. E desses 50, quase metade vai só pros próprios integrantes da galera (acaba sobrando pouco pra chegar às lojas pelo visto)!

    Abs!

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  14. "interessante a título de curiosidade, apesar de ilegal."


    E aí, Scant... blz?

    Pois é, vejo a "Replicoide" como uma notícia q precisava ser postada e comentada em algum lugar... Nem todos os leitores gostaram (nem teria como ser uma unanimidade): Mas não é um assunto q podia passar em branco na mídia (pelo menos não aqui)!

    Abs!

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  15. "O texto apresentado aqui é bastante elucidativo da natureza de um fanzine, mas, apesar de ser romântico e envolvente, não esclarece o impacto legal de publicar material artístico de outrem sem o devido processo de licenciamento."


    Oi, Arnaldo... Tdo bem?

    No caso da "Replicoide" eu acabei meio q só postando o texto q um dos editores me enviou (como uma espécie de "réplica" - com o perdão do trocadilho, rs - pra postagem q eu fiz no mês passado e q gerou bastante repercussão)!

    Eu não entendo nada da área de direito e toda a burocracia envolvida... Assim, acabei postando minha opinião pessoal a respeito do tema nos comentários logo acima! Mas acho q podia ter sido mais completa mesmo se tivesse havido maiores explicações sobre os trâmites legais!

    Ah, e mto obrigado por algumas dicas e sugestões "off-line", hehe... Infelizmente, só consigo editar minhas próprias postagens direto do meu desktop (e agora tô usando o note da minha patroa pra responder os comentários): Mas valeu mesmo, amigo (assim puder eu ajeito melhor o texto)!

    Abs!

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    1. Disponha amigo. Abs Arnaldo.

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  16. "E sério q alguém acha q as grandes editoras tem interesse de lançar uma coleção assim ou ao menos edições avulsas?"


    Infelizmente... Acho mto difícil q essas HQs sejam publicadas por qq editora atual:

    O "Planeta dos Macacos", por exemplo, eu acho q nunca mais será lançado oficialmente aqui (já q envolve tbm os direitos dos filmes - q nunca foram mto fáceis de negociar pelo visto)!

    Abs!

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  17. Essa conversa poderia ser verdade 20 anos atrás, mas o mundo é diferente hoje.

    Com crowdfunding, pequenas tiragens ficaram financeiramente viáveis. Não vejo como os organizadores não poderiam ter falado com os detentores dos direitos, negociado uma pequena tiragem, criado um crowdfunding e produzido tipo uma centena de exemplares com qualidade profissional, que JÁ ESTARIAM PAGOS ao saírem da gráfica (cortesia do crowdfunding) e poderiam até ser vendidos em comic shops com um modesto lucro para os organizadores. Morasse eu aí faria isso!

    De tudo que eles lançaram, penso que só o Planeta dos Macacos não seria viável dessa forma, já que os direitos esstão com estúdios de cinema. O resto, fora, Dylan Dog, é material AUTORAL! Literalmente estão negando dinheiro para o pessoal que produz as histórias! Sommer, Segura e Ortiz já faleceram, mas Renzo Calegari tem quase 90 anos e sérios problemas de saúde, poderia usar o dinheiro! Recentemente a Mondadori fez uma nova edição italiana de Welcome to Springville EXATAMENTE para canalizar os proventos para os tratamentos do Calegari! São caras como esses que está sendo prejudicado, não uma editora sem rosto!

    E, pombas, Gonzales é um autor brasileiro em atividade e com uma pilha de álbuns publicados e disponíveis para venda. Acho que a possibilidade dele querer republicar esse material em um futuro próximo não deveria ter sido descartada assim tão facilmente.

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    1. Caro “Hunter”,

      Eu falo em nome do Replicoide, formado por um grupo de colecionadores e amantes de quadrinhos. Gostamos principalmente das obras europeias e argentinas, que raramente fazem sucesso (infelizmente) aqui no Brasil. Possuímos centenas de títulos em francês, italiano, inglês e espanhol (físicos, não scans) que dificilmente serão publicados comercialmente por aqui. Quem leu o “editorial” da primeira edição do fanzine, deve ter entendido que o nosso objetivo principal era colocar as obras e autores em evidência na rede social, para que surgissem discussões produtivas que de algum modo chamassem a atenção de algum editor com “bala na agulha”, que tivesse condições de lançar algumas destas obras em nível comercial aqui no nosso país. Ingenuidade? Possivelmente. Mas quem gosta verdadeiramente de qualquer assunto sabe que é prazeroso estar envolvido com ele. E o nosso assunto são “quadrinhos”. Mas o que motiva as pessoas a fazer um fanzine? Como disse Edgard Guimarães, especialista no assunto, pode ser apenas “o desejo de compartilhar com outros um assunto em comum, ajudando a divulgar obras e autores”.

      Não somos ingênuos a ponto de não saber o significado de “propriedade intelectual” ou “direitos autorais”. Mas entendemos que isto não se aplica ao fanzine. Em nenhum momento visamos ter lucro, mas também não podemos ter prejuízo, visto que nenhum de nós é rico. O valor arrecadado com os pouquíssimos exemplares extras que deixamos em alguns “sebos” serve apenas para ajudar no custeio do papel, da tinta e da despesa do correio com os exemplares que enviamos gratuitamente a alguns bloqueiros. Em vez de “prejuízo aos artistas”, como foi citado por você, entendemos que o fanzine pode é ajudar a colocar em evidência as suas obras, dando um mínimo de chance de serem conhecidas e, quem sabe, publicadas por uma grande editora. De outro modo, quem atualmente estaria falando sobre Morgan, Hombre, Mortadelo ou Frank Cappa? Você não acha que estas obras, muitas criadas há mais de 30 anos e sem muita perspectiva de divulgação, podem se beneficiar com estas discussões? Ou você não acredita no poder de divulgação e disseminação das redes sociais?

      O caso é que você afirmar que nós “estamos negando dinheiro para o pessoal que produz as histórias!”, ou que “Calegari está com graves problemas de saúde e poderia usar o dinheiro!” soa um pouco sensacionalista. O lucro eventualmente obtido com a venda de 25 exemplares do fanzine certamente não iria melhorar a vida de nenhum artista.

      Por fim, pedimos que desarme o seu espírito e procure ver o lado bom das coisas, perceber o que está por trás desta iniciativa. O que muitos julgam ser prejudicial, pode ser exatamente o contrário.

      Abs.

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    2. Mortadelo é o quadrinho mais vendido da Espanha e acabou de ter um longa metragem em 3D lançado no Brasil. Acho que tem gente falando dele sim. Eu mesmo participei de várias discussões sobre os personagens no Facebook quando o filme foi anunciado.

      E o Gonzales é um autor brasileiro em atividade sendo publicado diariamente nos jornais.

      Se estão tão interessados em divulgação, porque não fazem o que eu sugeri acima? Ao invés de 25 poderiam ser 250 exemplares, chegaria a muito mais gente e os autores receberiam alguma coisa por isso. Pode não ser muito, mas é dinheiro.

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  18. Que assunto espinhoso !!! Cara eu sou totalmente a favor do compartilhamento de material sem fins lucrativos...tem gente que faz isso com extremo amor...veja o Rapadura Açucarada...alguém consegue achar que o Eudes faz aquilo para levar vantagem ??? É simplesmente pelo prazer de compartilhar algo que gosta. Outro ponto, a indústria e a economia não permitem saciar a fome por novidades e coisas diferentes do mercado corrente (hollywood, DC, Marvel, CDs greatest hits) que muitos consumidores tem...a internet e seus downloads ou streamings "ilegais" surgiram para suprir esta necessidade de conhecer coisas diferentes. Óbvio que há dois lados...tem gente que "pirateira tudo mesmo e tá pouco se fudendo" ... mas outros fazem uso destes recursos para conhecer material para comprar ou ter acesso a conteúdos mais difíceis de se conseguir...fora a grana que é curta...
    Enfim...creio que este pessoal do Replicoides é do bem...espero que a coisa não estoure pro lado deles (caso cresçam)...já que estão mexendo com umas franquias grandes
    Abraços

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  19. Gustavo Maycá15/10/2016 15:37

    Leo, essa fase que vai sair do hellblazer demoníaco eh boa? Vale a pena pra quem não tem quase nada do material de hellblazer(só tenho a fase infernal)? E essa fase eh pela Vertigo ainda neh? Então quando eles lançaram o fim haviam pulado algumas partes? Abs

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  20. "Com crowdfunding, pequenas tiragens ficaram financeiramente viáveis."


    Oi, Hunter... Tdo bem?

    Valeu mesmo: Vc já havia me falando antes em "crowdfunding"... Mas no comentário acima vc explicou melhor o significado desse termo pra mim!

    Eu ainda não manjo mto desses processos editoriais e trâmites legais pra publicação oficial de uma HQ... Porém, eu tenho planos futuros (e concretos) de firmar parceria com uma editora aqui do sul (a mesma q deve publicar os livros didáticos pro meu curso: O "Teorema" do banner promocional mais acima no blog)! A evolução natural dessa parceria direciona-se pro meu projeto mais ambicioso: Ter uma editora à disposição pra publicar HQs raras e livros clássicos q eu acredito q mereçam ser melhor conhecidos pelos leitores brasileiros!

    Não acho q seja um mero devaneio nerdístico da minha parte buscar esse projeto como mais uma das minhas metas profissionais, já q em pouco tempo estou conseguindo turbinar meus negócios e montar (aos poucos) um complexo cultural voltado ao ensino (e no qual pretendo inaugurar a loja física do "Submundo" no ano q vem - Já tô até juntando estoques de gibis e tranqueiras relacionadas pra isso)!

    Eu gostaria mto de um dia poder ver publicados aqui materiais tipo: "Druuna", "Maria Erótica", "Katy Apache", obras inéditas de Philippe Druillet, todos os livros do Júlio Verne (em pocket), materiais obscuros do REI Kirby ("Fighting American" - nem sei se isso seria possível), "Doc Savage", Marcatti, e mto material autoral q dificilmente costuma ter chance por aqui!

    Claro, q essa jornada ainda vai ser longa (tenho q recuperar investimentos e obter lucros consideráveis até chegar à essa nova etapa)... Mas qdo for a hora, o "crowdfunding" será uma alternativa mais do q bem-vinda pra viabilizar todos esses projetos (utópicos ou não, rs)!

    Abs!

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  21. "outros fazem uso destes recursos para conhecer material para comprar ou ter acesso a conteúdos mais difíceis de se conseguir..."


    E aí, Fábio... blz?

    Esse assunto é pra lá de espinhoso mesmo... E tá em pauta com mais evidência desde q a internet dava seus primeiros passos (eu acompanhei a evolução dos debates sobre a proliferação dos scans e torrents desde seus primórdios: e agora chegamos à outros patamares - de gibis impressos até miniaturas custom de personagens q ficaram de fora das coleções oficiais da Marvel/DC)!

    Eu não consigo imaginar uma editora publicando novamente o "Planeta dos Macacos", por exemplo, de forma oficial... Esse material saiu aqui apenas pela BLOCH (qdo eu era moleque)! Eu tbm não vejo interesse das editoras nacionais em publicar séries realmente FÓDA (tipo: "Morgan" e "Torpedo" - O supra-sumo dos anti-heróis fodões pra caralho)! Mas por outro lado, acho q as séries: "Dylan Dog" e "Níquel Náusea" já são coisas mais fáceis/acreditáveis de serem republicadas por outra editora (embora eu ainda não tenha nada do "níquel" na coleção)!

    Enfim... agora a "Replicoide" tá se tornando mais conhecida e famosa na área (até em SP já me perguntaram sobre esse fanzine): E daqui a pouco até a tiragem reduzida (de apenas 50 exemplares por edição) poderá ser um fator de discórdia entre os leitores q disputarem determinada edição, rs!

    Abs!

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  22. "Leo, essa fase que vai sair do hellblazer demoníaco eh boa?"


    E aí, Gustavo... blz?

    Eu não li nada dessa fase ainda... Pois quase toda ela tá INÉDITA no Brasil!

    Assim, não sei te dizer se presta ou não... mas é da linha Vertigo sim (ela deve ser lá dos anos 90 - dos tempos da Metal Pesado ainda)! Assim q sair o Vol. 1 eu pretendo conferir!

    Abs!

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  23. Gustavo Maycá16/10/2016 23:18

    Leo, complementando minha dúvida sobre hellblazer, eu nunca li nada de hellblazer, só tenho a fase infernal mas me falta o vol. 1. Porém, mesmo sem ter lido tenho muito interesse no personagem, conheço Constantine de outras aparições como a primeira dele na saga do monstro do pântano. Só que fui me interessar tarde demais e perdi praticamente tudo que saiu de hellblazer. Por isso queria saber, se eu conseguir uma fase específica ( a run do Peter milligan por exemplo ou essa nova demoníaco) não compromete em nada não ter lido fases anterior??? Abs

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    1. E aí, Gustavo... blz?

      Olha, posso te garantir q de todas as fases do "Hellblazer", vc já tem e leu a MELHOR: "Infernal" (do Ennis) é imbatível até hj como sendo o run mais relevante e essencial do personagem!

      Mas pode ficar tranquilo... Pois a série "Hellblazer" funciona de forma independente: Separada por fases e "runs" de determinados escritores! Por exemplo: Vc pode colecionar ou acompanhar apenas as fases dos seus escritores favoritos sem depender de amarras cronológicas com o material produzido por outros!

      Não li o "Demoníaco", mas tenho certeza q será uma série independente... Já q li o q veio antes e o q veio depois dela (sem prejuízo do entendimento das histórias)!

      Abs!

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  24. Pois se esse fanzine aparecesse na minha frente, compraria sem dó.

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    1. E aí, BOND... blz?

      Olha, independentemente das polêmicas e debates a respeito... Posso te garantir (me jogo de cabeça numa fogueira) q a ed. do "MORGAN - O Presidiário" é a melhor coisa (INÉDITA) q li este ano em matéria de quadrinhos! Essas primeiras histórias da série não tinham saído no Brasil e só reforçam aquilo q eu sempre achei: q "Morgan" é um dos gibis mais fóda q eu já li!

      Imagina a cena: Os guardas do presídio num andar superior mijando em cima do Morgan pra tentar humilhar ele... E o cara ainda aproveita pra tomar banho no mijo e ainda tira uma onda com os guardas pedindo um sabonete (SURREAL, rs)!

      Abs!

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  25. falando em fan zine , tem um brasileiro que procuro faz tempo (e olha que é de 2010) do mateus santolouco que se chama zine supreme(e os outros 2 volumes, que 1 se chama obscene)
    não achei até hoje nem no mercado livre e afins, ahh se eu encontrasse kkk

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    1. E aí... blz?

      Olha só, eu encontrei uma matéria em outro blog falando desses fanzines q vc citou:

      http://quadro-a-quadro.blog.br/zine-supreme-zine-extreme-e-zine-obscene-de-walter-pax-azeitona-e-mateus-santolouco/

      Segundo a matéria, o cara gostou do material e pelas capas (sensacionais) a arte parece mto boa mesmo! Me interessei tbm pelo material: Valeu pela dica!

      Abs!

      Excluir
  26. Fala, Leo!

    Parece meio off-topic à 1ª vista, mas existe um fator "causa & efeito" de certa forma relacionado com iniciativas como a do "Replicoide":

    http://www.universohq.com/noticias/novos-volumes-de-ken-parker-magazine-estao-venda/

    Novas edições de Ken Parker, legal. Mas 48 páginas a 65 reais?

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    1. E aí, doggma... blz?

      Essas ed. do "Ken Parker" chegaram na loja daqui... Mas esse preço é inviável (não só pra mim, como tbm - creio eu - q pra maioria dos leitores q já conhecem ou gostariam de conhecer a série)!

      Não consigo ver uma justifica pra esse valor abusivo... mesmo em tirarem minúsculas e pagando todos os direitos autorais, ainda assim o valor de 65 pila por míseras 48 pág (com grampo) é surreal!

      Abs!

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    2. Ken Parker é jóia mas essas edições so numa black friday milagrosa, daquelas por menos de 15 reais, kkkk.

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    3. Por 15 pila (ou até 20) eu ia fácil nessas ed. do "Ken Parker"... Mais q isso não rola (não com grampo)!

      Abs!

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    4. Esses Ken Parker do CLUQ sempre foram caros, mas para piorar a qualidade não acompanhava.

      Eu comecei a pegar a primeira republicação da série que eles fizeram e broxei completamente quando vi a qualidade porca de reprodução. Páginas pixelizadas! É uma afronta cobrarem caro por isso!

      Esse material deles saiu pela Mythos há alguns anos e não deve ser tão difícil de achar. É em formatinho ordinário, verdade, mas ao menos os preços eram racionais.

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    5. Crédo, Hunter... Cobrarem 65 reais por um gibi de 48 pág (com grampo) e ainda oferecerem um servicinho nas coxas é deboche com o leitor (só pode)!

      Nunca comprei nada deles... Mas lembro q me interessei pela "Calafrio" (q na versão deles tbm tinha poucas pág em P&B e custava mais de 40 reais)!

      Abs!

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    6. Eu sou o cara mais compreensível do mundo em termos de preços altos. Editoras pequenas com tiragens baixas não podem fazer muito barato porque os custos são altos têm de recuperar investimento rápido ou vão à falência. Até aí tudo bem.

      Mas, pô, façam ao menos o trabalho DIREITO! Todas as edições italianas de Ken Parker que eu vi (e foram MUITAS) tinham melhor qualidade de reprodução...

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    7. Eu tbm costumo ser bem compreensivo em relação à preços... Até pq, trabalho regularmente com orçamentos de gráficas (pra livros didáticos do meu curso) e sei q a realidade pesa no bolso das pequenas editoras e empresas!

      Mas em compensação... Sou daqueles leitores xaropes q leem um gibi já fazendo uma "REVISÃO GERAL" em busca de erros de revisão e impressão! E tem editora (de grande ou pequeno porte) q abusa do direito de fazer algo mal e porcamente, rs!

      Abs!

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  27. Ken Parker é sensacional, mas esses preços são proibitivos.

    A Mythos não é alternativa. Quem tem a coleção pede um rim por ela. E estou muito velho para garimpar em sebos. rs

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    1. Pois é, a versão da Mythos em formatinho é mto disputada em sebos... Já pensei em fazê-la, mas se já seria difícil por si só encontrar todas as edições (ainda mais em bom estado): q dirá então por preços acessíveis no caso de nº baixos?

      Abs!

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    2. Eu tenho essa série da Mythos inteira em formatinho - e posso vender!

      Mas não sairia barato por outro motivo: A postagem de Portugal...

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    3. Pois é, Hunter... Nem imagino qto deva custar um envio entre Brasil-Portugal (e vice-versa):

      Só sei q há poucos dias enviei algumas revistas pra um camarada de Sampa e o frete (RS-SP) já saiu quase 20 reais... Entre países então, deve ser aquela facada, hehe! Mas não se preocupe, Portugal continua sendo minha 1º opção pra próxima viagem internacional com a patroa, rs!

      Abs!

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    4. Se vier aqui, avise!

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    5. Pode deixar... Com certeza avisarei sim! Até pq, vc é a única pessoa q conheço (mesmo q virtualmente) aí em Portugal, hehe! Não é possível q eu não tente conhecer tbm pessoalmente o único contato em outro continente, rs!

      Abs!

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