O "Fantasma" completa 90 ANOS desde sua criação em 1936, por Lee Falk & Ray Moore... Publicado inicialmente nas Tiras de Jornal da época (em plena Era de Ouro dos quadrinhos), o "Fantasma" logo ganhou diversas revistas e passou por várias editoras ao longo dessas 9 décadas!
Nesta matéria especial... veremos um pouco da trajetória do "Espírito-Que-Anda" pelo mercado brasileiro, algumas curiosidades sobre as inúmeras cores de uniforme dele ao redor do mundo, e CAPAS de edições raras e/ou importantes de revistas pelas quais o personagem já se aventurou!
Confira abaixo:




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O "Fantasma" foi criado em 1936... Por Lee Falk & Ray Moore, sendo 1º herói (SEM poderes) a usar um uniforme colante pra combater o crime nos quadrinhos (e sem pupilas visíveis na máscara - outro critério usado pra defini-lo como pioneiro no gênero). O Fantasma atua em um país fictício da África chamado: "Bangalla", e é tido como um protetor do povo dessa região, enfrentando piratas, saqueadores, e caçadores ilegais (entre outras ameaças do tipo). Suas tiras diárias começaram a ser publicadas nos jornais em fevereiro de 1936 (sim, esta matéria atrasou 3 meses aqui no blog - rs) e aos domingos, ganhou uma edição colorida a partir de 1939 (continuando até 2006): Esse caderno dominical foi compilado (em suas primeiras aventuras) num encadernado GIGANTE da Ópera Graphica: "O Fantasma - Sempre aos Domingos" (CAPA que abre esta matéria)! O "Fantasma" é o 21º de uma linhagem de combatentes do crime
que começou em 1536, quando piratas mataram o pai do marinheiro
britânico Christopher Walker. Após jurar que lutaria contra o mal, Christopher começou o legado do Fantasma
que passaria de pai para filho. Assim, o Fantasma não tem superpoderes e confia em sua força, inteligência e imortalidade de renome para derrotar seus inimigos. Ele é casado com Diana Palmer: Eles se conheceram quando ele estudou nos Estados Unidos e tiveram 2 filhos, Kit e Heloise. O Espírito também conta com a ajuda de um lobo treinado (Capeto), e um cavalo (chamado Herói)! Em outras mídias, o "Fantasma" já teve um FILME (muito RUIM, estrelado
pelo Billy Zane, nos anos 90); Uma série de TV nos anos 40 (em P&B e
que virou cult em DVD); e alguns desenhos animados nos anos 80 e 90
("Defensores da Terra" e "Fantasma 2040")!
Sobre o uniforme do "Fantasma"... Originalmente ele é ROXO (embora, inicialmente, seu criador preferisse o cinza), mas com a precariedade de algumas editoras e liberdades dadas à editores ao redor do mundo, a cor do uniforme passou a variar conforme a preferência dos editores OU às impossibilidades gráficas no trato e impressão das cores (especialmente pra quem publicava as HQs antes de 1939). Dito isso, no Brasil o "Fantasma" foi convencionado a usar mais o VERMELHO mesmo (apesar de que eu selecionei algumas CAPAS antigas acima - e publicadas no Brasil - onde ele já aparecia com a cor roxa, pelo menos nas capas), embora nos dias de HOJE (nas publicações da Mythos) o "novo normal" do personagem passou a ser o original (roxo)! Em outros países, ficou mais ou menos assim as cores do uniforme: Suécia, Noruega, e Escandinávia (AZUL), Nova Zelândia (MARROM), Itália, Espanha, e França (VERMELHO - que nem no Brasil), Índia (CINZA), e já vi também o Fantasma retratado em VERDE e até AMARELO (mas não lembro em quais países foram)! Curiosidade: Eu, particularmente, só fui descobrir que o uniforme original era roxo depois de adulto. Passei a infância toda e a adolescência achando que o correto era o vermelho (pois eu lia os gibis do Fantasma pela RGE), e até acreditava que o desenho animado "Defensores da Terra" (equipe formada pelo Fantasma, Mandrake, e Flash Gordon) tinha errado ao mostrar o herói de roxo (somente anos depois, com o advento da internet, é que descobri a verdade, rs)!
No Brasil... O "Fantasma" estreou ainda em 1936 mesmo, no suplemento: "A Gazetinha" (do jornal: "A Gazeta"). Posteriormente, seguiu pelo "Globo Juvenil" e "O Gibi" (onde chegou a ser chamado de "Fantasma Voador"). Mas o herói seria alçado para outro status a partir de 1953, com a estreia de sua revista própria pela RGE: Um sucesso absoluto que perdurou até 1986 (com mais de 370 números), fora os diversos "Almanaques", "Superalmanaques", e até um "Hyper-Almanaque" (CAPA abaixo)! Apesar do domínio da RGE (e da Globo - que continuou publicando o personagem mesmo após o término da revista principal e do abandono do nome "RGE"), outras editoras também entraram na onda e publicaram especiais e séries regulares do "Fantasma": A EBAL (com o "Álbum do Fantasma" em 1979 e 1980); A L&PM (tiras clássicas); A Saber (com o "Fantasma - Ed. Histórica", a partir de 1993); A Ópera Graphica, a partir de 2001 (com o "Fantasma Coleção" - em formatinho, "Fantasma GOLD", "Crônicas do Fantasma", e "Fantasma Magazine"); A Kalaco (que publicou um encadernado GIGANTE do "Casamento do Fantasma" - CAPA acima); A Pixel (com 4 encadernados econômicos republicando HQs clássicas em cores - a começar pelos "Piratas do Céu"); e a Mythos (que publicou uma revista mensal em formato americano: "O Fantasma", uma coleção em formatéco paraguayo: "Crônicas do Fantasma", além de vários encadernados e OMNIBUS - alguns deles trazendo até brindes, tipo o "Anel da Caveira")! Vida longa ao "Espírito-Que-Anda" e rumo ao 1º SÉCULO do "Fantasma", rs!
Oi Leo!
ResponderExcluirO Fantasma completa 90 anos e merecia uma comemoração à altura!
Embora tenha os omnibus da Mythos da fase clássica, e uma ou outra edição especial esporádica o herói merecia bem mais!
Falta republicar materiais dos Anos 70/80, o auge do personagem publicada no Brasil pela RGE, isso sem mencionar as histórias feitas por brasileiros, algo impossível de ser republicado (ou não?)!
Gosto muito do personagem e aos poucos estou comprando novamente conforme a oportunidade as edições que tive na infância!
No Visões de 1996 haverá uma crítica do filme que saiu nos cinemas naquele ano, indicando os pontos positivos ( que existem) e os negativos (que se sobressaem), junto com o comentário da fase Marvel publicada em formato de minissérie na época e que a Mythos republicou recentemente!
Pena que parou também a publicação da fase moderna do personagem por aqui, já que a Mythos encerrou a mensal do personagem!
Viva os 90 anos do primeiro herói mascarado das HQs!
Abraços!
Oi, Elcio... Tdo bem?
ExcluirEu tbm sou fanzasso do "Fantasma" e colecionava os gibis dele pela RGE qdo eu era moleque (eu preferia os "Almanaques" e "Superalmanaques", q me deixaram mal acostumado e passei a achar a revista mensal mto "fininha", rs)... Concordo contigo sobre a comemoração de 90 anos ter ficado a dever pela Mythos: Afinal, nem todo mundo pode acompanhar os BUSÕES (eu sou um, q nem comecei a fazer pq extrapola demais meu orçamento) e era pra terem lançado alguns especiais mais econômicos pra não deixar essa data passar em branco!
Aliás, eu elogiava mto o trabalho da Mythos com o "Fantasma" qdo ela retomou o personagem há alguns anos atrás, oferecendo ao leitor a ÓTIMA revista mensal em cores (de 50 pág) além da série: "Crônicas" (com os clássicos em P&B) e diversos especiais com fases e arcos distintos (Jim Aparo, Peter David, Don Newton, etc). MAS, mudei de opinião qdo a editora passou a investir majoritariamente nos BUSÕES capa-dura (deixando os formatos econômicos pra escanteio). Creio q a Mythos se perdeu nessa e ajudou a afastar o público do Fantasma q haviam angariado no começo!
Qto ao FILME... faz mto tempo q assisti, mas lembro de ter achado ruim e nunca mais quis rever, hehe. Porém, fico no aguardo das suas considerações na vindoura coluna de "VISÕES de 1996" (a principal atração aqui do "Submundo" pro 2º semestre, rs)!
Abs!
Fala aí comandante Leo!
ResponderExcluirHomenagem mais que merecida ao primeiro e mais icônico dos heróis impressos. Como vc bem disse já há quase um século de publicação nas mais diversas mídias ao longo do tempo e foi mais do que bem vinda a notícia da produção de uma serie live action que está em desenvolvimento, sob o comando do cineasta e produtor Reginald Hudlin, celebrado roteirista que tem um run muito elogiado junto a outro herói da selva o "Pantera Negra" da Marvel.
A matéria é bem ilustrativa quanto a trajetória do "Espirito Que Anda", desde sua estreia nos anos 30, mais precisamente em 1936, sendo pode-se dizer o embrião para todo um gênero dos quadrinhos que se consolidaria poucos anos depois com o surgimento de "Batman" e "Superman" em 1939. Outro fato curioso foi a cor do uniforme do herói que durante décadas principalmente no Brasil teve uma cor diferente do original sendo vermelho e não roxo, pessoalmente não sabia de tantas cores diversas como o texto mostra, Suécia, Noruega, e Escandinávia (AZUL), Nova Zelândia (MARROM), Itália, Espanha, e França (VERMELHO - que nem no Brasil), Índia (CINZA), caramba é um verdadeiro festival de cores. O que mostra também que o combate ao mal, inicialmente na forma da luta contra a pirataria nos mares, não tem fronteiras pro protetor das selvas de Bangala.
Eu fui mesmo impactado pela inesquecível passagem do Fantasma pela RGE, embora ainda não fosse um colecionador contumaz na passagem dos anos 70 para os 80, via as bancas inundadas pelas revistas do personagem. Era revista mensal, edição extra, almanaques, superalmanaques, hiper-almanques, álbuns de luxo, edições especiais, e tudo mais que se podia imaginar. Tinha um trio de irmãos meus amigos de infância que eram um pouco mais velhos que colecionavam quase tudo que saia então tinha acesso para ler emprestado, e era tudo simplesmente inebriante. Foi onde também tive o primeiro contato com artistas nacionais, principalmente o lendário Walmir Amaral que por causa da demanda altíssima de produtos do Fantasma o King Features Syndicate, autorizou a produção interna de material.
Em suma trata-se de um personagem hoje pouco conhecido pelas novas gerações mas que é e sempre será na minha opinião um dos alicerces do gênero de HQ de super-herói. Obrigado por produzir e nos trazer essa bela e justa homenagem ao eterno "Espírito Que Anda" comandante, excelente forma de começar o fim de semana.
Valeu! e bom fim de semana pra nós!
E aí, LEPM... blz?
ExcluirO "Fantasma" merecia uma comemoração à altura pros seus 90 ANOS aqui no "Submundo" mesmo, hehe... E adorei fazer a pesquisa e seleção de CAPAS pra esta postagem (peguei uma de cada época ou editora q marcaram essa longa trajetória de 9 décadas)! Pô, legal saber da produção de mais um live-action do personagem: Tomara q acertem a mão agora, hein? O Reginald Hudlin ao menos tem experiência com HQs de AÇÃO na SELVA (graças à sua passagem pelo "Pantera") e o "Fantasma" cai como uma luva nessa ambientação!
Sobre o colant colorido do herói... é um verdadeiro CARNAVAL mesmo ao redor do mundo, kkk! Mas agora q sei q o original era ROXO, já aceitei (consegui desassociar a cor VERMELHA, q tava enraizada em mim por ter me criado com os gibis da RGE) e prefiro o original agora! É curioso tbm o qto as primeiras tiras do "Fantasma" estabeleceram a fórmula pra inúmeras outras HQs de heróis (e super-heróis): Tava tudo ali, desde a preocupação em esconder a identidade secreta (ele nunca mostrou o rosto), até o uso de acessórios no combate ao crime (o "anel da caveira" em destaque) e uma base de operações, além dos vilões caricatos e cruéis. Ou seja: Uma obra-prima revolucionária dos quadrinhos!
Qto ao impacto na infância... eu colecionava o "Fantasma" desde os anos 70, intercalando com os gibis Marvel e Disney. Peguei a fase AUGE da RGE, qdo proliferavam esses ALMANACÕES (eu gostava do "HIPER", q infelizmente teve só umas 3 edições - q eu guardava com carinho na época). Aliás, o meu gibi favorito do "Fantasma" era o "HIPER-almanaque 2": Por isso, fiz questão de incluí-lo no final desta postagem, hehe (me lembrava o "Almanaque Disney" pelas matérias sobre animais da selva e se não me falha a memória, tinha até uns passatempos tbm)! A produção nacional era outro show à parte, e deixo aí uma sugestão pra vc pensar numa futura produção artesanal, hein? "O Fantasma Made In Brasil" (q tal)? rs!
No mais... Eu é q agradeço a sua participação, Luiz: E obrigado tbm por ter curtido esta postagem, afinal: O "Espírito" merece ser sempre celebrado (ainda mais numa data tão especial qto assoprar 90 velinhas, hehe)!
Abs!
Uma lenda viva das HQ. Só não sei ao certo por onde eu conheci, se foi pelas HQ, ou pelo seriado Os Defensores da Terra. Eu vou dar uma segunda chance para o filme de 1996 e tentar reve-lo.
ResponderExcluirE aí, Marcelo... blz?
ExcluirEu conheci o "Fantasma" pelos gibis mesmo, na fase RGE (anos 70 e 80)... e só depois assisti o desenho dos "Defensores da Terra" e o FILME anos 90 (q achei bem ruinzinho). Porém, eu gostava de outro desenho animado (tbm anos 90): "Fantasma 2040", q passava na FOX (esse era bom, mesmo sendo uma versão futurista do herói)!
Abs!
Fala, Léo!
ResponderExcluirComo sempre, certeiro nas postagens para homenagear grandes nomes dos gibis!
Uma lenda, sem dúvidas!
tenho uma relação curiosa com o Fantasma, pois quando comecei a comprar e ganhar gibis em banca, em 1979 (RGE e EBAL, na veia!), ficava "incomodado" com o "tratamento diferenciado" que o Fantasma tinha em relação, principalmente, aos personagens e publicações da Marvel na RGE.
Afinal eu via muito mais almanaques, superalmanaques e edições especiais do Fantasma, do que dos meu "favoritos" Aranha, Hulk, 4F e Nova!
Além da numeração mais avançada...
Ainda tenho algumas mensais da RGE, em bom estado. Já o Mandrake, não curtia, preferia o Dr Estranho(kkk)!
Valeu por mais uma dose nostálgica!
abs
E aí, Victor... blz?
ExcluirObrigado por ter curtido esta postagem, amigo... Sou fanzasso do "Fantasma" e não podia deixar passar essa data em branco, rs!
Puxa, começamos a ler os gibis do "Fantasma" na mesma época então, pois iniciei minha coleção própria (eu mesmo escolhendo meus gibis em banca) a partir de 1979, e eu comprava de tudo um pouco. Minha preferência era Marvel (RGE), seguida dos gibis Disney (Abril), e "Fantasma" (RGE) em 3º lugar. Sendo q o q eu mais gostava era justamente os "Almanacões" (especialmente o "Super" e o "Hiper" do Fantasma)!
Infelizmente... com o tempo, acabei me desfazendo (devido à crise econômica de 1985) dessa coleção de "Fantasma" (puts, e olha q eu tinha todos os almanaques RGE), e só fui retomar as HQs do personagem com a Mythos há poucos anos atrás (com a mensal fininha em cores, a "Crônicas", e todos os especiais q vieram - só não embarquei nos OMNIBUS)!
Abs!
E aí Léo!?
ResponderExcluirA minha "primeira vez", 😁, com o Fantasma foi com o álbum de figurinhas de 1979 que meu pai comprou e colecionou comigo. Ainda o tenho como uma lembrança carinhosa entre outros álbuns que ele iniciou pra mim.
Também gostava das edições da RGE e quando se acha no sebos, já imagina o valor pelo formatinho. Depois a Pixel relançou as edições capa cartão colorido, foi bom de mais, pena que não teve continuidade.
A Mythos vem com as Crônicas (meu formato preferido da editora) e as mensais, que também foram infelizmente canceladas, acredito que por preferência editorial, que priorizaram os ominbus. Esses não peguei nenhum, ominbus só os dos Tex 😁.
Não tem como fugir dos especiais da Mythos com os brindes, nem todos com histórias boas, a edição do Don Newton por exemplo, achei ruim de mais, mas já confessei uma vez, se falarem que tem o peido do Fantasma embalado na revista, a galera compra😂😂.
Valeu 👍🏻.
E aí, Wesley... blz?
ExcluirPuxa, q lembrança bacana a do álbum de figurinhas do "Fantasma"... Eu tbm cheguei a fazer na época, mas nunca cheguei a completar (não conhecia ninguém q fizesse pra trocar figurinhas comigo e sem internet na ocasião, a gente não tinha mto acesso pra buscar outros colecionadores, hehe)! Fico feliz em ver qdo lembranças de pai e filho perduram com o tempo, pois vivi uma infância sem pai (ele morreu mto cedo, eu era um bebê): Porém, tento ser o melhor pai possível pro meu filho e tô fazendo com ele o álbum da Copa de agora (espero q um dia ele se lembre desses momentos tbm, rs)!
Os preços dos gibis do "Fantasma" da RGE são sempre superfaturados... Mas eu espero as republicações na hora certa: tenho comprado tudo q sai do "Fantasma" pela Mythos, MENOS os OMNIBUS (q fogem do meu orçamento)! Meu formato favorito era o "Crônicas" tbm: Pra mim, era perfeito - Capa-cartão, P&B, e bem acessível (30 a 40 pila em média)! Os da PIXEL, então, era melhor ainda: Capa-cartão e em CORES (tbm bem baratinhos - na época custava menos de 20 pila, kkk). Pena q duraram apenas 4 edições!
Pô, o "Fantasma" do Don Newton eu até q gostei, rs... Mas tbm prefiro outras fases, sem dúvida! A do Jim Aparo foi das melhores entre os lançamentos recentes da Mythos (na minha opinião)!
Abs!
Fala, Leo, blz?
ResponderExcluirO Fantasma é realmente o Espírito que Anda, que nunca morre, pois mesmo não sendo do eixo Marvel/DC, continua sempre se reerguendo com novas publicações ao longo das décadas.
Conheci o personagem via os gibis da Globo, que o meu pai comprava, eu achava incríveis as histórias dele. Só fui retomar contato com o personagem alguns anos depois com esses encadernados que você citou (Opera, Kalaco etc) e, mais recente, com os da Pixel.
Infelizmente, acabei não fazendo essa coleção de Omnibus do Fantasma pela Mythos, por falta de grana e espaço, quem sabe no futuro eu consiga correr atrás.
E aí, Guilherme... blz?
ExcluirO "Fantasma" é um caso curioso mesmo... pois da mesma forma q na ficção, a impressão q se tem é q os leitores TBM seguem uma LINHAGEM infinita q se perpetua ao longo dos anos e tá sempre se renovando, hehe (90 ANOS sendo publicado quase ininterruptamente é pra poucos)!
A Globo continuou publicando "Fantasma" mesmo depois de ter encerrado o uso do nome "RGE" e cancelado todas as revistas dele (a mensal principal durou 371 edições)... eles simplesmente resetaram as publicações e recomeçaram do zero (agora com a marca "Globo" estampada na capa). Mas não durou tanto tempo, e logo ela largou o osso (creio q os GIBIS em geral estavam deixando de ser interessantes pra Globo naquela época e aos poucos foram se afastando do ramo)!
Qto aos BUSÕES da Mythos... Tamo junto, amigo: TBM abdiquei deles pelo mesmo motivo, kkk! Se fuder, viu? Podiam ter lançado esses OMNIBUS em capa-cartão (como fizeram com "Dredd", "Conan", e "Hellboy"), justo com o "Fantasma", q é uma série BEM mais extensa q as demais e q merecia o formato mais econômico possível pra facilitar o lado do leitor, né?
Abs!
Concordo 100% com você. Fantasma e Ken Parker foram duas coleções da Mythos que eu deixei passar pela extensão e quantidade de valor investido. O certo, pelo menos para o meu bolso (hehe), seria terem adotado formatos econômicos...
ExcluirFalando na coleção da Globo que meu pai comprava no início dos anos 90, vi aqui no Guia que ela acabou sendo bem longeva, durou até 1998! Dei mole então de não ter continuado da onde meu velho parou, talvez nas bancas não ficasse tão em destaque ou eu que só tinha olhos para Marvel/DC mesmo...
Se bem que tinha cada capa tosca no final da vida, não dava vontade de comprar não... hehe
http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/fantasma-edicao-historica-n-43/fa082104/73625
http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/fantasma-edicao-historica-n-22/fa082104/73604
http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/fantasma-edicao-historica-n-30/fa082104/73612
E aí, Guilherme... blz?
ExcluirOlha q coisa irônica (e sem noção)... justo 3 das coleções mais extensas da Mythos ("TEX", "Ken Parker", e "Fantasma") os caras metem capa-dura custando mais de 200 conto cada (sem desconto), sendo q exatamente pelo fato de serem séries mto extensas (principalmente "Tex" e "Fantasma" - q começaram suas carreiras um em 1936 e o outro em 1948) deveriam ter saído com capa-cartão pra torná-las até mais interessantes e acessíveis pro leitor. Mesmo o "Ken Parker", com 50 Vol. tbm é mto extenso pro formato (imagina: 50 gibis capa-dura é quase a 1º fase temporada inteira da Salvat preta, hehe)!
E q "lindas" essas capas q vc postou... kkk: meu filho desenha melhor q isso, hahaha!
Abs!